Girona – Segunda parte

A permanência árabe em Girona foi sufocada pelo Império de Carlos Magno, que fez da cidade parte integrante de seu território. Dessa forma, converteu-se na capital de um condado, submetido aos francos. Nos séculos seguintes, Girona experimentou um grande desenvolvimento. No séc. XIII, foi atacada pelos franceses, sofrendo seu primeiro de seus inúmeros sítios, dos quais o último se deu durante a invasão das tropas de Napoleão. Por isso, Girona é conhecida também pela denominação de “Cidade dos Sítios”. Abaixo, vemos um monumento comemorativo da Guerra de Independência.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO centro histórico da cidade corresponde ao coração do primitivo povoado romano de Gerunda, constituindo um dos mais importantes de toda Catalunha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Rambla de la LLibertad, paralela ao Rio Oñar, por exemplo, foi urbanizada no séc. XIII para acolher o mercado urbano e seus elementos característicos são os arcos que formam suas galerias.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA maior parte das construções pertencem ao séc. XIX, dotando o conjunto de grande homogeneidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma das principais figuras relativas à arquitetura da cidade foi Rafael Masó i Valentí (1880/1935), um dos arquitetos catalãs mais destacados de princípio do séc. XX. Nascido na cidade, foi o criador de uma corrente alternativa do modernismo, denominada Novecentismo. Sua casa natal pode ser visitada, e acolhe a Fundação a ele dedicada. Abaixo, vemos duas imagens da casa, sendo que os fundos da mesma dá para o rio (casa branca), constituindo um dos cartões postais de Girona.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA Basílica de San Félix (Sant Feliú, em catalão) era o principal templo religioso da cidade, antes da construção da catedral, função que desempenhou até o séc. X. De muitos lugares é possível ver sua torre campanário de estilo gótico, levantada entre os séc. XIV/XVI.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA igreja possui uma história muito antiga, mas a atual construção foi realizada a partir do séc. XII, prolongando-se até o XVII. Conserva boa parte da estrutura original românica. A nave principal e o teto são góticos e sua fachada, barroca.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASua principal atração são os sarcófagos romanos e paleocristianos pertencentes aos séc. III/IV dC, encontrados durante sua fase construtiva.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo interior, apreciamos o sepulcro gótico de San Narciso, padroeiro da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa sequência, uma imagem geral do interior do templo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro espaço emblemático de Girona é o delimitado pela igreja do antigo Convento de Sant Martí (séc. XVII), cuja fachada e escada de acesso compõem um belo conjunto barroco, e o Palácio Agullana (séc. XVI/XVII), composto por um grande arco.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA partir do próximo post, conhecermos um dos templos religiosos mais relevantes de toda a Catalunha, e um referente do gótico europeu, a Catedral de Santa Maria.

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