A Origem de Madrid

Durante o período inicial da ocupação árabe da Península Ibérica, Toledo era o principal centro da chamada meseta central e capital da Marca Média, uma das 3 linhas defensivas do Califato de Córdoba (as outras duas eram Mérida, capital da Marca Inferior, e Zaragoza, capital da Marca Superior). Na segunda metade do séc. IX, o Reino de Asturias (que havia derrotado o invasor árabe no século anterior na Batalha de Covadonga) realiza um importante avanço, conquistando boa parte do Vale do Rio Duero. Por este motivo, os muçulmanos se tornam conscientes do risco que supunha este avance das tropas cristas, decidindo estabelecer um sistema defensivo ao sul dos Rios Duero e Tajo, formando uma rede de atalaias, castelos e torres defensivas. Situado em locais estratégicos, objetivava deter o ataque cristão e defender a cidade de Toledo e os territórios meridionais. Dessa forma, Madrid entra para a história, quando o emir cordobês Muhammad I ordena construir um baluarte defensivo onde atualmente se ergue o Palácio Real, constituído por um alcázar (fortaleza) e um primeiro recinto de muralhas (853/856 dC). A origem do nome da capital da Espanha se origina desta primeira fortificação, denominada Mayrit, que significa “local onde as águas são abundantes”. Este nome se deve aos inúmeros riachos que desciam do barranco natural onde se localizava o alcázar árabe em direção ao Rio Manzanares. De fato, Madrid se eleva a 70 metros sobre o rio, uma excelente localização para a construção de um sistema defensivo, como vemos na foto abaixo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMadrid é considerada, portanto, a única capital europeia, cujo nome e fundação são de origens árabes. Para seguir avançando na conquista de Toledo, os cristãos necessitavam apoderar-se de Madrid. As expedições militares eram frequentes, mas não obtiveram êxito, graças ao poderoso conjunto de muralhas que rodeava o alcázar muçulmano. Construídas de pedra talhada, estavam formadas por robustas torres quadradas. Parte desta muralha foi descoberta em 1953, durante reformas urbanas. Com um comprimento de 120m, integra o Parque de Muhammad I, situado num desnível denominado Cuesta de la Vega, ao lado da Catedral de Almudena.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA primeira muralha de Madrid possuía cerca de 2 km de perímetro, estando composta por 3 portas de acesso, uma das quais chamava-se Porta de Xagra, situada próxima ao Palácio Real. Uma placa indica sua existência e localização.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEstas portas de entrada possuíam uma estrutura central composta por um Arco de Ferradura, franqueado a ambos lados por duas maciças torres.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAlém da guarnição militar que compunha o recinto, nasceu um pequeno povoado denominado Almudena, cuja função era abastecer os soldados com alimentos e outros serviços essenciais. Esta foi a primeira população de madrilenhos, e o nome Almudena significa cidadela, ou seja, um núcleo urbano fortificado. Dentro dele, existiam 3 áreas: ao norte, o alcázar; no centro, um espaço vazio, usado como campo de manobras (onde hoje localiza-se a Praça de Armería, entre o Palácio Real e a Catedral) e ao sul, o pequeno povoado. Estima-se a população deste núcleo inicial entre 2 e3 mil habitantes. Abaixo, vemos uma maquete que nos mostra o primitivo conjunto de muralhas da cidade de Madrid (identificado como a parte de cor laranja).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA rua principal do povoado comunicava as 2 portas principais, representando o eixo do que no futuro receberia o nome de Calle Mayor. A mesquita era o outro edifício fundamental desta Mayrit árabe, e situava-se no começo da Calle Mayor, no lado esquerdo da foto abaixo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm seguida, a população muçulmana ultrapassou os limites da muralha, formando os primeiros arrabales (bairros). Dedicavam-se ao artesanato e à agricultura, e esta agora cidade (Medina) estava habitada também por cristãos, conhecidos como Mozárabes. Estas comunidades cristas conservavam seus costumes e tinham seus templos próprios, além de autoridades civis e religiosas, mas eram obrigados a acatar a soberania política do Islam. Poucos são os restos conservados desta primeira etapa de Madrid, pois muitas foram as reformas urbanas efetuadas ao longo dos séculos. No Museu das Origens, é possível ver, no entanto, peças de cerâmica e outros materiais, testemunhos dos princípios de Madrid.

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Caixa Fórum – Madrid

Madrid orgulha-se de possuir, num reduzido espaço, uma das concentrações de Pinacotecas das mais relevantes do mundo. De fato, o Paseo do Prado distingui-se por acolher três das instituições de maior renome mundial, cada qual em sua categoria: Museu Nacional do Prado (post publicado em 17/5/2012), Thyssen-Bornemiza (também publicado em 17/5/2012) e o Reina Sofia (matéria publicada em 19/5/2012). Por este motivo, a charmosa alameda é conhecida como o “Triângulo da Arte”. Além do mais, em seus limites situa-se outro centro cultural, dedicado a exposições temporárias, a Caixa Fórum. Inaugurado em 2008, o centro é propriedade da Caixa ( nome comercial da Caja de Ahorros e Pensiones de Barcelona), que administra o espaço através de sua fundação.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAlém das sedes de Barcelona e Madrid, existem outras homólogas, repartidas em várias cidades espanholas, como Tarragona e Zaragoza. O Centro Cultural Caixa Fórum de Madrid está localizado numa antiga Central Elétrica do início do séc. XX, um dos exemplos da denominada Arquitetura Industrial existente na cidade. A Caixa adquiriu o imóvel e empreendeu reformas no edifício para transformá-lo num centro cultural. Esta reabilitação permitiu que o edifício feito de tijolo pareça flutuar, graças à ausência de pilastras ou colunas de sustentação.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA parte externa foi decorada com uma cobertura de material metálico corrosivo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa primeira foto da matéria podemos observar a engenhosa decoração da fachada lateral, como se fosse um grande tapete vegetal, obra de Patrick Blanc, alimentado  graças a um sistema oculto de água. O espaço interior que permite o acesso à zona de compra de entradas e à livraria especializada em arte está formado por uma estrutura metálica, incluindo uma escada em espiral.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo último andar, uma cafeteria acolhedora espera o visitante para uma bebida e um bocadillo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA inovadora arquitetura do edifício foi realizada pelo renomado grupo suíço Herzog & De Meuron, a partir de 2002. As exposições realizadas na Caixa Fórum são de altíssimo nível, como prova o habitual êxito de público. Inicialmente, as exposições eram gratuitas. Atualmente, as entradas são pagas, mas o preço está longe de ser abusivo (geralmente 4 Euros). Uma das exposições em cartaz, e que poderá ser apreciada até 4/5/2014, está dedicada a última obra do reconhecido fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, “Genesis”. A mostra está tendo um grande sucesso de público.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizamos a matéria com a escada central do edifício…

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Parque “El Capricho” – Segunda Parte

Em 1808, com a invasão francesa, o parque passou a ser propriedade do General Agustín Beliard, que o utilizou para a instalação de suas tropas. Depois da retirada do exército francês, o jardim voltou  a sua dona original, a Duquesa de Osuna. Em 1815, realizou uma ampla reforma no local, incluindo a construção de um palácio.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm frente ao palácio, situa-se a formosa  Fonte dos Sapos (Fuente de las Ranas) que embeleza ainda mais o conjunto. Com a morte da duquesa em 1834, seu neto Pedro de Alcántara herdou o título de XI Duque de Osuna e suas propriedades, ordenando a realização de um monumento em homenagem à sua avó, a Praça dos Imperadores.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo lado do busto da finada, foram colocados outros 12 de imperadores romanos, além de esfinges, leões, etc. O desenho do monumento foi concebido pelo renomado arquiteto Martín López Aguado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERACom o falecimento de Pedro, o parque passou para seu irmão Mariano, último membro da linhagem, que cuidou do “El capricho” até sua morte, em 1882. Foi, então, comprado pela Família Bauer até que em 1934 foi declarado Jardim Histórico-Artístico. Antes de ser adquirido pela Prefeitura de Madrid em 1974, o parque passou por apuros durante a Guerra Civil, quando foram construídos bunkers utilizados como refúgios antiaéreos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm dos locais mais belos de todo o recinto é o denominado Templete de Baco, onde uma estátua do Deus Romano do Vinho está rodeado por uma estrutura circular clássica formada por colunas dóricas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAComo fato curioso, cabe ressaltar que na década de 60 o parque foi utilizado como cenário de vários filmes western, além de “protagonizar” uma das cenas do clássico Dr. Jivago.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO único problema deste magnífico jardim, é que está aberto para a visitação pública somente nos finais de semana…

Parque “El Capricho” – Madrid

Situado ao noroeste da cidade, no bairro de Alameda de Osuna, esta área verde não poderia ter um nome mais apropriado. Realmente, o Parque “El Capricho” é um dos mais encantadores da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConsiderado o único jardim romântico da capital, foi inspirado nos modelos ingleses, franceses e italianos. O Romanticismo foi um movimento que caracterizou-se por uma nova maneira de sentir e conceber a natureza, a vida e o homem. Foi mandado construir por Maria Josefa Pimental, Duquesa de Osuna (1752/1834), uma das damas mais importantes e refinadas de sua época, e mecenas de artistas. A duquesa criou um verdadeiro paraíso artístico-natural, como poderemos ver nas imagens do post.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1783, a duquesa comprou um terreno nas proximidades de Madrid para a construção de um local de recreio, que seria posteriormente frequentado pelos personagens ilustres da época, sendo projetado pelos artistas, jardineiros e paisagistas com mais prestígio do momento, entre os quais Jean Baptiste Mulot, recém chegado do Palácio de Versalhes, que foi o responsável pelo desenho do parque.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO jardim demorou 52 anos em construir-se, e a Duquesa de Osuna faleceu sem que pudesse ter tido a oportunidade de vê-lo completamente pronto.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA duquesa ordenou a construção de lagos e de uma rede de canais conectando com o denominado Salão de Baile, onde eram realizadas as festas nobres.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO local está repleto de estátuas que adornam o parque, até mesmo no lago principal.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConta, também, com elementos curiosos, como a reprodução de uma casa de camponeses da época.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO “El Capricho” possui também uma singela ermita, que apesar de encontrar-se fechada, é possível observar seu interior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANosso passeio por este maravilhoso jardim continuará no próximo post…não percam !!!

Belas Praças de Espanha – Parte 5

Neste último post sobre as mais Belas Praças de Espanha, veremos outros exemplares relevantes do urbanismo espanhol, bem como seu processo de formação. Didaticamente falando, se pode classificar as Praças Maiores, no que se refere ao seu aspecto construtivo, em dois tipos. Nas denominadas Programadas, a construção responde a um projeto concreto e predeterminado e, portanto, possuem um formato regular. Nos posts anteriores, vimos algumas delas, como as Praças de Bilbao, Madrid, etc. Podemos citar outras com estas características, como a Praça Maior de San Sebastian (País Vasco).

DSC03640Construída no séc. XIX, foi utilizada num princípio como local para a celebração de Corridas de Touros, e se conhece também como o nome de Praça da Constituição. Também edificada no séc. XIX e de perímetro regular e porticado é a Praça Maior de Palma de Mallorca.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA praça foi construída no local onde antes ocupava um convento, sede do Tribunal da Inquisição na ilha (até 1823).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro tipo de Praça Maior são as denominadas Espontâneas, cuja evolução se adapta às necessidades dos habitantes do lugar, resultando num formato irregular. Um exemplo é a Praça Maior de Burgos, de aspecto poligonal.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPor ela entravam as mercadorias que abasteciam a cidade, pela Porta das Carretas. Abaixo, vemos a Casa Consistorial.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA maior parte das praças possuem um formato retangular, mas existem também as quadradas, poligonais, circulares, etc. Um elemento que propicia homogeneidade e unificação aos edifícios são as galerias, como vimos nas praças de Palma de Mallorca e San Sebastian. Em relação à localização, são abundantes nas comunidades castelhanas. Por outro lado, são raras em Andalucia, pois o traçado árabe de seu urbanismo favoreceu o surgimento de numerosas e pequenas praças. A seguir, observamos mais alguns exemplos de Praça Maior, como a de Medina del Campo (Castilla y León).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConsiderada uma das maiores do país, foi construída no lugar de uma anterior que incendiou-se em 1520. O espaço que a delimita possui formato irregular, com galerias e presidida pela Colegiata de San Antolín (séc. XVI).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Praça Maior de Plasencia (Extremadura) funciona ainda hoje como mercado, e dela saem sete ruas, uma para cada porta da antiga muralha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm dos destaques desta praça é o edifício da prefeitura (séc. XVI), coroado por uma simpática figura chamada Abuelo Mayorga, responsável por tocar o sino em horas determinadas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADo séc. XVIII é a Praça Maior de Ávila, conhecida também pelo nome de Praça do Mercado Chico, edificada sobre uma anterior que encontrava-se em ruínas.

DSC00204Espero que vocês tenham gostado desta série de posts sobre as Belas Praças de Espanha, feita para valorizar ainda mais estes emblemáticos lugares da Arquitetura Urbana do país.

Belas Praças de Espanha – Parte 4

Algumas das mais belas Praças de Espanha conservam ainda seu caráter tipicamente medieval. No post de hoje, conheceremos várias delas. Situada na província de Ciudade Real (Castilla-La Mancha), a cidade de Villanueva de los Infantes é considerada Conjunto Histórico-Artístico, e o centro da vila está delimitado pela Praça Maior, presidida pela Igreja de San Andrés.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa Província de Segóvia (Castilla y León), situa-se a vila de Pedraza, com sua típica praça castelhana. De formato irregular, está perfeitamente preservada, e foi criada para que os nobres da localidade pudessem observar as festividades taurinas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAs casas que compõem a praça foram edificadas entre os séc. XVI e XVII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAComo destaque, a torre românica  de San Juan Bautista ergue-se solene num dos cantos da praça.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Província de Burgos (Castilla y León) acolhe um belíssimo pueblo medieval, Peñaranda del Duero. Sua Praça Maior é  o ponto de encontro dos cidadãos da vila, e se caracteriza pela monumentalidade dos edifícios, como o Palácio Renascentista de Avellaneda e a Igreja de Santa Ana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANa Comunidade de Aragón, Cantavieja exibe orgulhosa sua bela Praça Maior porticada.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma das mais belas praças construídas no séc. XVI pode ser contemplada em Morón de Almazán (Província de Sória, Castilla y León). De estilo renascentista, está composta pelos edifícios mais representativos do local, como a prefeitura e a Igreja de N.Sra da Assunção.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERASantillana del Mar é considerado um dos pueblos mais belos, não só da Comunidade da Cantábria, onde se localiza, mas também de toda a Espanha. Sua Praça Maior de formato triangular está composta por edifícios construídos entre os séc. XIV e XVIII.

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Belas Praças de Espanha – Parte 3

Além das funções originais como mercado e da localização de edifícios públicos, as Praças Maiores também foram os locais preferidos para solenidades e festividades, algumas das quais felizmente já não existem, como os autos de fé praticados pelo Tribunal da Inquisição (principalmente no que se refere à sua parte solene, pois os réus eram executados em locais mais discretos) e execuções públicas de caráter civil. Muitas vezes, tornaram-se o centro de manifestações sociais. No entanto, dentre os espetáculos realizados em seu entorno, o mais praticado, sem dúvida alguma, foram as corridas de touros. Muitas praças foram expressamente construídas para este fim, como no caso de Tudela (Navarra).

DSC01417DSC01416A partir do séc. XIX, começaram a ser edificadas Praças de Touros permanentes, abandonando-se o costume de realizá-las na Praça Maior. Porém, em alguns locais, o costume ainda permanece, como no caso de Chinchón, pueblo situado na Comunidade de Madrid. Nos dias festivos, ainda são realizados corridas de touros em sua Praça Maior, consideradas uma das mais belas e pitorescas do país.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAs Praças Maiores são locais acolhedores e cheios de vida, e ponto de encontro da vida social. Algumas delas são autênticos monumentos, grandiosas e magníficas, como a Praça Maior de Salamanca e a de Madrid. Outras possuem elementos tradicionais de caráter popular, que a distinguem das demais, como no caso de Chinchón. Um outro exemplo de arquitetura tradicional vemos na Praça Maior de Puerto Lápice (Castilla-La Mancha).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOu então como Tembleque, povoado situado próximo à Puerto Lápice.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPor suas características que lhe proporcionam amplas perspectivas e por ser um lugar muito frequentado, a Praça Maior é o local perfeito para a colocação de estátuas e monumentos, que rendem homenagem a personalidades ilustres e acontecimentos fundamentais da história. Abaixo, vemos novamente a Praça Maior de Madrid, presidida pela monumental estátua equestre de Felipe III.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo séc. XIX, já consideradas como locais de encontro e ócio, foram colocados bancos para o descanso e quiosques para representações musicais. Atualmente, é o local escolhido por uma grande variedade de artistas e cenário de uma grande agenda cultural. Abaixo, vemos a Praça Maior de Toro (Castilla y León).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAMuitas das mais belas Praças de Espanha conservam seu caráter medieval, tema do nosso próximo post…