Novos Mercados de Madrid – Parte 2

Na central e comercial Calle de Fuencarral podemos conhecer a outra nova opçao gastronômica de Madrid. O Mercado de San Ildefonso, da mesma forma que o Platea Madrid, foi inaugurado em junho de 2014 e, desde entao, se tornou um local de referência na regiao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO novo Mercado de San Ildefonso foi construído sobre um anterior de mesmo nome, levantado em 1838. Sua criaçao visava recriar a atmosfera dos antigos mercados de época, incorporando as últimas tendências culinárias.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASeus 500 metros quadrados foram divididos em 3 andares e elaborado segundo o conceito de “Street Market”, ou Mercado de Rua, aliando ócio com gastronomia e adaptado a um público bastante diversificado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Mercado de San Ildefonso possui um curioso aspecto industrial, combinando materiais diversos, como a madeira, azulejos, ferro, etc. Os preços sao acessíveis, e os tipos de comida, bem variados.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAgradáveis zonas ao ar livre sao uma boa opçao para as noites quentes do verao madrilenho.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Calle de Fuencarral exerce um papel de eixo entre dois dos mais famosos bairros da capital, Chueca e Malasaña, e como uma das travessas da Gran Vía, recebe diariamente a milhares de pessoas que buscam em suas inúmeras lojas artigos diferenciados, como roupas, produtos cosméticos, etc. Apesar da recente inauguraçao do Mercado de San Ildefonso, nem tudo sao “flores no paraíso”. Isso porque o tradicional Mercado de Fuencarral fechará suas portas no próximo verao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAberto em 1998 com o lema “Um Centro Comercial para aqueles que odeiam Centros Comerciais”, o Mercado Fuencarral transformou-se num dos principais pontos de encontro da populaçao jovem do Bairro de Malasaña, mas infelizmente seus dias estao contados. Possui um aspecto parecido ao Arte Decô, com várias lojas de moda jovem em seu interior.

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Novos Mercados de Madrid

Desde 2014, Madrid conta com duas novas opçoes gastronômicas que estao agitando o centro da cidade. Um deles é o Platea Madrid, situado na Calle Goya, 5.

OLYMPUS DIGITAL CAMERACom cerca de 5800 metros quadrados, é considerado atualmente um dos maiores espaços gastronômicos de todo o continente. No entanto, desde a rua parece um mercado normal, que vende frutas e outras delícias da gastronomia espanhola.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAQuando passamos por esta zona de venda de alimentos diversos, nos deparamos com um dos espaços de ócio gourmet mais atraentes de toda a capital. Isso porque esta espécie de praça da alimentaçao foi construída sobre a antiga sala de cinema Carlos III.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO interessante é que a arquitetura original do antigo cinema foi conservada e espetáculos musicais se sucedem durante boa parte do dia, podendo ser apreciados enquanto se come a ampla oferta gastronômica disponível no lugar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO Platea Madrid está composto por vários níveis, onde coexistem a zona de tapas, cozinha nacional e internacional, docerias, e alguns restaurantes ganhadores de estrelas Michelín.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO Platea nao é um dos mercados mais baratos da capital, mas com 20 euros é possível comer muito bem, e desfrutar deste incrível lugar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Platea Madrid foi inaugurado em junho de 2014 num conjunto de edifício conhecido pelo nome de Complexo Carlos III, cujo projeto foi realizado por Luis Gutiérrez Soto, autor de algumas das obras arquitetônicas mais destacadas do séc. XX na capital espanhola. O projeto foi realizado em 1936, mas o complexo foi finalizado somente em 1945, devido à Guerra Civil que assolou o país no período compreendido entre 1936 e 1939.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO projeto incluía uma combinaçao de estabelecimentos comerciais, cine, apartamentos residenciais e um hotel, organizados em edifícios independentes, mas unidos por uma passagem coberta comum a todos eles. O projeto foi o vencedor de um concurso de arquitetura, celebrado em 1936.

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Museu do Traje – Parte 2

Através dos vestidos, tecidos e acessórios do Museu do Traje é possível conhecer a evoluçao histórica da moda espanhola, desde a Idade Média até os dias atuais. A exposiçao permanente do museu nos permite observar como os árabes estabelecidos na Península Ibérica trouxeram consigo a tradiçao da arte textil, aprendida com os persas. Os tecidos foram eleborados com elementos figurativos e desenhos geométricos, destacando-se durante toda o período medieval.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADurante o Renascimento, os desenhos italianos se transformam no modelo universal da Arte Textil, influenciando de forma decisiva na elaboraçao dos tecidos espanhóis.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Museu do Traje conta com algumas peças dos séc. XVI e XVII, como a que vemos a seguir.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo séc. XVIII, com a chegada da dinastia borbônica no país, o típico traje negro espanhol passa a conviver com o traje francês, mais colorido. A corte e a nobreza seguem os ditados  de Paris, capital da moda européia na época. Enquanto isso, o povo continua mantendo o estilo espanhol, composto pela capa e o sombrero para o homem e uma espécie de manta para as mulheres.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADurante o reinado de Felipe V, o primeiro monarca da dinastia francesa, os principais centros de fabricaçao textil eram Toledo (principalmente tecidos litúrgicos) e Talavera de la Reina (finos tecidos de seda para a família real). Os tecidos do início do século possuem cores vibrantes decorados com motivos florais.

OLYMPUS DIGITAL CAMERACom Carlos III, o atual Paseo do Prado se transforma no local onde todos queriam ver a última moda na arte de vestir. Homens e mulheres passeavam a pé ou em suas carruagens vestidos à moda francesa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo séc. XIX, o triunfo social e político da burguesia a converte na protagonista da moda em várias cidades européias. Os trajes dos trabalhadores comerciais e industriais possuem um caráter sóbrio e escuro, ao contrário da vistosidade, elegância e diversidade da moda feminina.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO âmbito doméstico representava o centro do universo feminino. No entanto, as mulheres procuravam estar sempre atentas e abertas à moda da época.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA silueta dos vestidos de mediados do séc. XIX se caracterizavam pelo grande tamanho, graças a uma estrutura interior feita de metal que alargavam os vestidos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOs acessórios de cor negra associados ao luto e a perda de algum ser querido é fruto desta época romântica.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm elemento que nao podia faltar na idumentária feminina eram as sombrinhas. Cada vestido exigia uma sombrinha que combinasse com a cor e o tecido. Ao redor de 1920, o acessório desaparece de cena.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA chegada do séc. XX transformou radicalmente os costumes sociais. Os trajes femininos passaram a ter um volume menor, com um perfil mais linear, que eliminava os “recheios” interiores, destacando as formas naturais do corpo. A moda se difunde nas classes médias através dos armazéns que comercializavam roupas confeccionadas que imitavam a moda dos grandes criadores. As revistas de moda propiciavam o conhecimento sobre as novidades da indústria textil.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA partir da Revoluçao Industria Textil, os tecidos artísticos se reduzem ante a invasao dos tecidos industrializados e das novas tintas sintéticas. No entanto, uma corrente contrária de revalorizaçao artística dos tecidos surge, e um dos expoentes desta recuperaçao da arte textil na Espanha foi Mariano Fortuny, já em pleno séc. XX.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANos anos 20, a moda se relaciona com a Arte Decô e as denominadas vanguardas artísticas. Pintores como Dalí e Picasso colaboram com o mundo da moda, criando desenhos e vestuários originais.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizada a Guerra Civil, surge no mercado espanhol uma boneca “que se veste de verdade”, como entao se anunciava o produto comercialmente. Chamava-se Mariquita Pérez, mas a maioria da populaçao nao podia comprá-la…

OLYMPUS DIGITAL CAMERANos anos 50, a moda era ditada pelas grandes estrelas do cine americano, principalmente. A denominada Alta Costura nasceu na França  no séc. XIX  e durante mais de 100 anos o país ditou a moda exclusiva e personalizada dos grandes criadores. Entre 1930 e 1970, Espanha conta com nomes de prestígio internacional e cada vez mais se torna algo comum os grandes desfiles em passarelas e saloes, sempre para um público seleto.

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Museu do Traje – Madrid

Um lugar interessante para se conhecer a evoluçao dos tecidos, moda e vestidos na Espanha é o Museu do Traje, em Madrid.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEste museu nacional, dependente do Ministério da Cultura, está localizado na Cidade Universitária, bem próximo a Casa do Brasil (post publicado em 1/7/2014).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Museu do Traje foi inaugurado em 2004, com um importante acervo de trajes históricos, vistos desde uma perspectiva moderna.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO edifício que sedia o museu foi construído entre 1971 e 1973 pelos arquitetos Jaime López de Asiaín e Ángel Díaz Domínguez, recebendo o Prêmio Nacional de Arquitetura pelo projeto de construçao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAInicialmente, foi concebido para o Museu Nacional de Arte Contemporânea. Em 1992, este museu transformou-se no Museu Reina Sofia, situado próximo ao Paseo do Prado, que se converteu numa das mais importantes pinacotecas de Arte Contemporânea de toda Europa. O edifício ficou sem utilidade e foi reabilitado como sede do Museu do Traje.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA coleçao permanente do museu está composta por peças históricas do séc. XVI ao séc. XIX, além de uma parte dedicada a alta costura espanhola.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAApesar de sua recente criaçao, as origens do museu se remontam a 1925, ano em que foi celebrada a Exposiçao de Traje Histórico. No discurso de inauguraçao, o Conde de Romanones deu a idéia de transformar a entao exposiçao num acervo permanente, que passou por algumas instituiçoes de distintas denominaçoes, até fazer parte do Museu do Traje. Abaixo, vemos algumas peças do museu, como este vestido polonês do séc. XVIII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm traje masculino francês, de 1800.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Museu do Traje conta com aproximadamente 5 mil peças relacionadas aos trajes populares tradicionais, além de complementos como luvas, meias, bolsas, etc.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo próximo post, vocês conhecerao vários tipos de tecidos, trajes e vestidos do museu, situando-os dentro de seu contexto histórico.

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Salamanca Modernista

Chegamos ao final da longa série de matérias sobre Salamanca. Finalizamos com um post sobre a chamada Casa Lis, uma belíssima construçao que vale a pena conhecer. Este palacete modernista é o único exemplar deste estilo em toda a cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO edifício foi construído sobre uma parte da antiga muralha, estando formado em sua parte posterior por uma maravilhosa galeria acristalada.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA escada de acesso também se destaca por sua harmoniosa arquitetura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Casa Lis foi construída graças ao industrial Miguel de Lis, que em suas viagens pela Europa pôde conhecer de perto as obras modernistas mais representativas do continente, assim como ao arquiteto Joaquín de Vargas, que conhecia os trabalhos realizados pelos arquitetos modernistas belgas, que tanta influência exerceram no desenvolvimento e expansao do estilo. Abaixo, vemos a fachada principal do edifício.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAComo podemos ver, na fachada aparece a data de finalizaçao da Casa Lis (1905). Atualmente, é a sede do Museu de Arte Noveau e Artes Decorativas, um lugar escolhido a dedo para a temática desta instituiçao cultural. Os detalhes modernistas aparecem nas portas e no trabalho de ferro forjado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERATanto o acervo do museu, quanto seu interior, sao deslumbrantes. Lamentavelmente, as fotos nao estao permitidas. Mais um motivo para ir a Salamanca, conhecer seu centro histórico declarado Patrimônio da Humanidade, e ver de perto este magnífico edifício…

Igreja da Clerecía – Salamanca

Bem em frente a Casa das Conchas de Salamanca situa-se a Igreja das Clerecías, um dos templos católicos mais importantes da cidade castelhana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASímbolo do esplendor barroco em Salamanca, foi construída por ordem de Margarita de Áustria, esposa do rei Felipe III, quando este já havia falecido. As obras de construçao se iniciaram em 1611 e foram finalizadas quase 150 anos depois, em 1755. Na época de sua construçao, os jesuítas gozavam de uma grande influência na cidade, e o objetivo principal da rainha era fundar um colégio de formaçao de missioneiros para difundir a fé católica pelo mundo e combater a heresia no continente europeu. Na fachada, vemos uma imagem de San Ignácio de Loyola, funadador da Ordem dos Jesuítas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERALevantada numa época de decadência econômica e social do país, impressiona a grandiosidade de seu exterior, fato relacionado à importância adquirida pela Companhia de Jesus. Sua construçao exigiu a destruiçao de um grande número de casas e a própria Casa das Conchas sobreviveu por milagre. A antiga Igreja do Espírito Santo, pertencente a Real Clerecía de San Marcos também foi derrubada. Na Idade Média, os clérigos se agrupavam em grêmios denominados Clerecías, cuja finalidade era a defesa de seus direitos, sob a proteçao direta do rei.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO projeto inicial da construçao se deve ao arquiteto Juan Goméz de Mora, sendo terminado por Andrés Garcia de Quiñones. Na fachada, podemos apreciar a transiçao do estilo austero e sóbrio de Goméz de Mora (parte central e inferior) com a parte superior, plenamente barroca com as duas torres realizada por Garcia de Quiñones.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOs jesuítas habitaram o Real Colégio até 1767, quando foram expulsos da Espanha pelo rei Carlos III. A partir de entao, voltaram a pertencer a Real Clerecía de San Marcos. Em 1854, a Ordem Jesuíta voltou a ser a proprietária do edifício. O conjunto está formado pela residência dos jesuítas, pela igreja e o chamado Claustro dos Estudos, uma obra fundamental do barroco castelhano, que vemos abaixo, também construído por Andrés García de Quiñones.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA parte interior do claustro está decorada com vários quadros que contam a história de San Ignácio de Loyola e da Companhia por ele fundada.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO claustro permite o acesso às antigas salas de estudo do Real Colégio, belamente decoradas com pinturas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos a impressionante escada aos níveis superiores do conjunto.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA igreja está formada por apenas uma nave, uma planta típica representativa da Ordem dos Jesuítas. O Retábulo Maior Barroco foi realizado por José de Churriguera, no séc. XVII. A foto nao está boa, mas de qualquer maneira, podemos ter uma idéia da obra.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa sequência, a cúpula da igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADesde 1940, o edifício é a sede da Universidade Pontifícia de Salamanca, cuja visita recomendo, pela rica história e a beleza que possui.

Praça Maior de Salamanca

Na Idade Média, as praças das cidades se transformaram no centro da vida social, geralmente devido a sua funçao original como local onde se situava o mercado. Em Salamanca a praça principal estava localizada entre a Catedral e a Universidade, ou seja, entre o centro cultural e religioso. O rebuliço e a frenética movimentaçao existente neste espaço perturbava tanto aos eclesiásticos, quanto aos estudantes. Este foi o pretexto para a construçao de uma nova Praça Maior planificada, que fosse digna representante desta cidade universitária de grande prestígio.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO arquiteto Alberto de Churriguerra foi o encarregado de projetar uma esplêndida praça barroca, uma das mais belas e suntuosas de toda Espanha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASeu talento como arquiteto ficou demonstrado ao combinar de forma harmoniosa as linhas retas dos edifícios com as curvas dos arcos, presentes em todo o perímetro da praça. Abaixo, vemos um dos portais de acesso.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Praça Maior de Salamanca foi edificada entre 1729 e 1755 durante o reinado de Felipe V, o primeiro monarca da dinastia borbônica do país, como comprova a inscriçao numa das fachadas da praça.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO sucessor de Alberto de Churriguerra, Andrés Garcia de Quiñones, rompeu o equilíbrio arquitetônico da praça ao construir no lado norte o Edifício do Ayuntamiento (prefeitura). Apesar disso, o resultado final foi extremamente satisfatório…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAUm conjunto de estátuas presidem a parte superior do edifício. Da esquerda para a direita, representam a Astronomia, a Agricultura, o Comércio e a Indústria.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAcima, vemos as bandeiras de Espanha, da cidade de Salamanca e da Uniao Européia.A Praça Maior foi definida como a “sala de estar” da cidade, servindo como eixo circulatório de seu centro histórico.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma parte do perímetro da praça foi decorada com medalhoes representativos de vários personagens relativos à história do país, como o próprio rei Felipe V, patrocinador da construçao da praça.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO famodo herói castelhano El Cid também foi representado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMiguel de Cervantes, o escritor espanhol mais universalmente conhecido, foi igualmente lembrado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Praça Maior de Salamanca foi uma das últimas construídas no país, e a experiência construtiva acumulada destes emblemáticos lugares da vida social e cultural a transformaram numa referência a nível nacional.