Pontes de Valencia: Parte 2

No último post, vimos algumas das pontes históricas de Valencia, que cruzam o antigo curso, atualmente desviado, do Rio Turia. Na matéria de hoje, veremos algumas das pontes construídas nos séculos XX e XXI, e também comentarei um pouco sobre o local onde se situam, o Jardim de Turia. A Ponte del Ángel Custodio se construiu entre 1941 e 1948 em concreto armado. As belas luminárias  da ponte foram realizadas em ferro fundido.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAberta ao tráfego de veículos em 1999, a Ponte del Reino é a maior da cidade, com 220m de comprimento. Está adornada com 4 figuras que simbolizam o anjo caído com cabeça de felino. Feitas de bronze, recordam a tradição gótica de Valencia. As luminárias que iluminam a ponte pertencem ao estilo Art Decô.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA Ponte de la Exposición foi construída em 1909 para a Exposiçao Regional Valenciana, celebrada neste ano. Foi considerada a primeira estrutura feita de concreto armado da cidade, mas foi destruída pela enchente provocada pelo Rio Turia em 1957. Uma nova ponte foi construída, e também foi derrubada por sua “beleza questionável”. O arquiteto valenciano Santiago Calatrava, reconhecido mundialmente, foi encarregado de construir a ponte que vemos atualmente.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASantiago Calatrava foi o responsável de duas outras pontes, que integram o excepcional conjunto da Cidade das Artes e das Ciências, que veremos em breve. A Ponte de Monteolivete foi inaugurada em 2007, e destaca-se por sua arquitetura contemporânea.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAInaugurada em 2008, a Ponte del Azud de Oro é uma homenagem às estruturas que permitem elevar o nível da água do rio com o objetivo de regar os campos da cidade. Foi construída com concreto branco e aço.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalmente, a Ponte das Flores se inaugurou em 2002, e nas fotos abaixo podemos entender o porquê do seu nome…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAComo foi dito no post anterior, quando o curso do Rio Turia foi desviado para que as enchentes deixassem de provocar os estragos que habitualmente ocorreram ao longo dos séculos, em seu lugar surgiu um novo espaço urbano para o ócio da população. O Jardim de Turia tornou-se um local perfeito para a prática de esportes, e também um lugar em que a cultura poderia manifestar-se.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAInaugurado em 1986, a construção do Jardim de Turia constituiu um desejo dos próprios habitantes de Valencia, que solicitaram ao governo uma nova zona verde para a cidade. Hoje em dia é o maior jardim urbano da Espanha. Devido ao seu grande tamanho, algumas zonas receberam uma denominação própria, como o chamado Parque de Gulliver, assim chamado pela enorme escultura de 70m que representa o famoso personagem literário de Jonathan Swift. A escultura retrata o momento em que Gulliver é capturado pelos habitantes de Lilliput, e amarrado com cordas. O ideal seria ver a escultura desde uma perspectiva aérea, algo que infelizmente estava fora de minhas possibilidades…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMuitas outras obras artísticas podem ser admiradas num passeio pelo jardim, como na Ilha das Esculturas, repletas de esculturas de ferro realizadas por Lucas Karrvaz.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutra grande escultura que se destaca homenageia o livro. Feita de bronze e pesando 14 toneladas, foi esculpida por Juan García Ripollés.

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