Cifuentes – Parte 2

Cifuentes está localizada na Comarca de Alcarria, que tornou-se mundialmente conhecida através da novela “Viaje a la Alcarria”, escrita pelo Premio Nobel de 1989, Camilo José Cela. Em suas andanças pela comarca, esteve em Cifuentes, onde uma placa comemorativa registra o encontro que teve com um pároco numa das casas da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAMuitos dos monumentos mais importantes da cidade foram construídos pelos Condes de Cifuentes, senhores da vila durante vários séculos. Um deles  é o Convento de N.Sra de Belén, uma instituiçao fundada em 1527 pelo quarto Conde de Cifuentes, D.Fernando de Silva, para acolher uma comunidade de franciscanas. Foi praticamente destruído durante a Guerra Civil Espanhola, inclusive se perdeu sua grandiosa portada gótica. Reconstruído nos anos 40 do séc. XX, continua sendo habitado por freiras de clausura, fato que impossibilita sua visita interior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutra construçao promovida pelos Condes de Cifuentes é o Hospital e a Ermita del Remedio, realizada no final do séc. XV e princípio do XVI. Constava de dependências hospitalarias e uma igreja anexa para atender aos doentes pobres. Do antigo hospital se conserva apenas as arcadas de um dos lados do pátio, integradas atualmente num pequeno jardim.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo lado, vemos a Ermita, que se conserva felizmente.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm exemplo da perda do Patrimônio Religioso provocado pela Desamortizaçao de Mendizábal de 1835 é o Convento de Sao Francisco, fundado em 1484. Depois de ser desamortizado, isto é, seus bens foram confiscados pelo estado, entrou em plena decadência, sendo realizadas reformas para sua nova utilizaçao pública como escola, fato que desvirtuou totalmente sua aparência original.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa cidade podemos contemplar algumas casas pertencentes à nobreza rural, como a chhamada Casa de los Gallos (séc. XVIII), assim denominada pela decoraçao de sua fachada. A residência foi transformada num restaurante, onde tive a oportunidade de provar a deliciosa gastronomia castelhana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA casa conserva ainda o escudo de seus antigos proprietários, como vemos acima. Cifuentes é uma localidade para se conhecer com calma, admirando o seu interessante centro histórico. A Comarca de Alcarria possui um valioso patrimônio cultural, histórico e artístico, que vale a pena conhecer. Outros pueblos da regiao já foram temas do blog, como Brihuega (vários posts publicados entre 24/3/2014 e 1/4/2014) e Torija (publicado em 21/3/2014). Abaixo, vemos outra foto de Cifuentes.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAlgumas estradas secundárias da comarca nos revelam gratas surpresas, como esta construçao escavada na rocha. A falta de informaçao do lugar nos impediu de conhecer sua história. Realmente um mistério…

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Cifuentes – Província de Guadalajara

A cidade de Cifuentes é outra das belas localidades existentes na Província de Guadalajara (Comunidade de Castilla-La Mancha). Sua origem se remonta a época da conquista da Taifa de Toledo pelos reis cristaos de Castela, ao final do séc. XI.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo séc. XIV, o infante D.Juan Manuel adquiriu o senhorio de Cifuentes e ordena a construçao de um castelo, que ainda podemos ver na parte mais elevada da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO castelo foi edificado a partir de 1324 sobre os restos de uma fortaleza árabe anterior. A partir de entao, Cifuentes transformou-se numa vila de realengo, isto é, dependente diretamente da administraçao real. No séc. XV, o monarca Enrique IV concede a vila a Juan de Silva, alférez maior de Castela, ostentando o título de primeiro Conde de Cifuentes. Na época medieval, a cidade estava toda rodeada por uma muralha, construída no séc. XIV. Permaneceu de pé até mediados do séc. XX, e atualmente podemos observar apenas uma pequena parte de seu perímetro original, correspondente a denominada Porta Salinera.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADas  4 portas que existiam, esta é a única que se conserva, apresentando duas torres. Possibilitava o acesso a uma importante área de produçao de sal, explorada desde a época romana, daí a explicaçao de seu nome.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAJá o nome da cidade provém da junçao de cem e fontes, uma referência a grande quantidade de mananciais do pequeno rio que atravessa o local.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO principal templo religioso de Cifuentes é a Igreja de San Salvador, que combina elementos do românico, gótico, renascimento e do barroco.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm dos maiores destaques da igreja é a Portada de Santiago, construída no séc. XIII no estilo românico, uma das melhores mostras deste estilo em toda a província.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA portada está composta por 12 colunas e uma complexa decoraçao escultórica, com a presença de cenas relativas à vida de Jesus, anjos e referências morais quanto aos pecados condenados pela igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo lado da Igreja de San Salvador, situa-se o antigo Convento de Sao Domingo, transformado atualmente numa Oficina de Turismo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos uma foto do conjunto formado pela igreja e o convento.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAContinuaremos a visita por Cifuentes no próximo post, até lá…

Arquitetura Negra – Parte 2

Estes pequenos e austeros povoados da Província de Guadalajara puderam conservar sua característica Arquitetura Negra graças ao seu próprio isolamento, imposto pela natureza serrana da regiao. Historicamente, esta zona fazia parte da fronteira entre os antigos Reinos Cristaos e os territórios dominadas pelos árabes. Tradicionalmente, a base da economia era a produçao de la. O pueblo de Roblelacasa pertence juridicamente a Campillo de Ranas, e guarda inúmeras construçoes realizadas com a pizarra, matéria prima deste tipo de arquitetura. Sua igreja é um exemplo da arquitetura religiosa popular.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos outras imagens do povoado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAUm pouco mais adiante, situa-se o pueblo de Espinar, inteiramente construído com a pizarra.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAs chaminés sao um dos elemento mais representativos das casas desta regiao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA maior parte dos habitantes destes povoados sao de mais idade, e os espaços lúdicos em que praticam suas atividades de ócio também utilizaram a pizarra para sua construçao, como a pista de bocha, que vemos a seguir.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAVisitar os Pueblos de Arquitetura Negra é uma excelente opçao turística para aqueles que estao hospedados em Madrid, e tranquilamente se pode realizar uma excurçao de um dia pela regiao. Algumas casas se destacam pela cuidadosa decoraçao floral, dando um toque de beleza a estes pitorescos Pueblos da Espanha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA regiao onde se encontra os povoados é um Parque Natural, e sao muitas as opçoes de senderismo que conduzem a convidativas cachoeiras. Retornando a cidade de Tamajón, visitamos ainda a Cidade Encantada, uma zona repleta de formaçoes geológicas curiosas, esculpidas pela açao dos processos erosivos e pela dissoluçao da água pluvial.

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Arquitetura Negra – Província de Guadalajara

Situados num Parque Natural na Serra Norte da Província de Guadalajara (Comunidade de Castilla-La Mancha), existem uma série de povoados que  conservam um dos conjuntos mais impressionantes da  arquitetura popular européia. Atualmente, estes povoados se encontram num período de declaraçao de Patrimônio da Humanidade pela Unesco, dado seu excepcional valor etnográfico, arquitetônico e paisagístico. A principal característica destes pueblos é a utilizaçao de uma pedra denominada pizarra negra (parecida com a ardósia) na construçao de suas casas e monumentos. Extraída do próprio ambiente natural da regiao, proporciona a tonalidade escura desta singular arquitetura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERALocalizada a cerca de 60 km de Guadalajara, o povoado de Tamajón é a base para conhecer a maioria dos Pueblos de Arquitetura Negra da província. Apesar de seu reduzido tamanho, possui uma belíssima igreja renascentista dedicada à N.Sra da Asunçao, levantada no séc. XVI.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO principal elemento destacável do templo é a galeria porticada que vemos em sua fachada, datada do séc. XIII e construída no estilo românico, resto de uma primitiva construçao. Nela, vemos uma série de canecillos, como sao chamadas pequenas esculturas de figuras humanas que adornam o muro da galeria.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPróximo de Tamajón, encontramos o primeiro povoado de Arquitetura Negra, chamado Campillo de Ranas,  situado a 1100m de altitude.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA pizarra é o elemento construtivo tanto dos muros, quanto do teto das casas. Devido ao rigor climático do inverno, seus muros sao grossos e os aposentos sao reduzidos, com um grande espaço interior reservado para a cozinha e as chaminés. Além do mais, existe uma clara e bem estabelecida divisao do espaço para os moradores, para a exploraçao agrícola e para o gado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAEste tipo de arquitetura popular foi aplicada a todos os edifícios constituintes dos povoados, sejam casas, pontes ou igrejas, mimetizando os povoados com seu entorno natural, numa estreita simbiose que possibilita um caráter de grande uniformidade cromática. Abaixo, vemos a Igreja Paroquial de Santa Maria Magdalena, cujas tradicionais pizarras foram misturadas com pedra calcárea.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPassear com tranquilidade por suas ruas nos permite contemplar detalhes que anunciam os laços de fraternidade que unem os habitantes do lugar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos outra imagem de Campillo de Ranas e sua especial arquitetura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA distância entre os pueblos de Arquitetura Negra é pequena, e a paisagem circudante está repleta de campos de girassóis e belas paisagens.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo próximo post, continuaremos a visita por estes rústicos e atraentes pueblos, cuja insólita arquitetura transformou a vida de seus habitantes, tornando a regiao conhecida e formando parte do Patrimônio Turístico da Província de Guadalajara.

Guadalajara – Parte Final

Com o post de hoje, finalizamos a extensa série dedicada à cidade de Guadalajara. Devido a proximidade com a capital, Guadalajara converteu-se numa espécie de cidade-dormitório, em que muitos habitantes trabalham em Madrid, mas nela vivem. A boa qualidade de vida que apresenta é uma boa opçao para aqueles que buscam um local mais tranquilo para viver. Guadalajara possui uma enorme área verde para as atividades de ócio da populaçao, sendo considerada uma das cidades com a maior relaçao de metros quadrados por habitante de todo o continente europeu, em relaçao a este aspecto.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAInúmeros sao os parques existentes que podem ser aproveitados como local de lazer. Estes espaços começaram a ser utilizados pela populaçao na segunda metade do séc. XIX. Anteriormente, os parques eram propriedades reais ou pertencentes à nobreza, e sua utilizaçao era, portanto, muito restrita. A partir da Revoluçao Francesa, a populaçao adquire o direito de cidadania e o espaço urbano se transforma com a criaçao de jardins e parques. Abaixo, vemos algumas áreas verdes de Guadalajara.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO mais popular e central é o Parque da Concórdia, o primeiro de caráter público e inaugurado em 1854. Durante os anos da Guerra Civil Espanhola, foi denominado de Paseo da Uniao Soviética.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO coraçao da cidade encontra-se na Praça Maior, desde que foi reconquistada pelos cristaos em 1085. Nela está situado o Edifício do Ayuntamiento (prefeitura).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO edifício foi construído em 1906 no estilo eclético, com destaque para a torre do relógio. Abaixo, vemos fotos do interior, cujo privilégio da visita me foi concedido pelos amáveis funcionários da prefeitura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA seguir, vemos o teto decorado e o escudo da cidade, que adorna suas estâncias.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAQuando estive conhecendo Guadalajara, ainda eram visíveis as marcas do recente carnaval pela Calle Mayor, uma das mais importantes da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERABelos edifícios de arquitetura eclética podem ser admirados próximos à prefeitura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro monumento de interesse é o Forte de San Francisco, levantado no séc. XIX sobre um antigo convento dedicado ao santo, construído no séc. XIV.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANao podemos despedir-nos de Guadalajara sem mencionar uma de suas iguarias mais apreciadas, um típico doce da província chamado Bizcochos Borrachos (literalmente, Biscoitos Bêbados). Este curioso nome é facilmente explicado, já que é feito com vinho. Uma delícia…

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Arquitetura Eclética em Guadalajara

A Arquitetura Eclética, também denominda de Ecleticismo, desenvolveu-se no final do séc. XIX e princípios do XX, inspirando-se nos modelos artísticos que o precederam, como o Barroco, o Gótico, o Românico, etc. Adota, pois, um caráter histórico, reinterpretando estas influências sob uma novo paradigma, e apoiando-se na utilizaçao de novos materiais construtivos, possíveis graças à Revoluçao Industrial. Na cidade de Guadalajara, existe um conjunto de edificaçoes de uma importância fundamental na compreensao desta nova linguagem arquitetônica. Este fato tornou-se possível graças à participaçao de dois personagens decisivos na vida social e artística da Espanha deste período. O primeiro foi Maria Diega Desmaissières y Sevillano (Madrid-1852/ Bordeaux-1916), conhecida pelo seus títulos nobiliários, a Condesa de la Vega del Pozo e Duquesa de Sevillano. Herdeira de uma das maiores fortunas do país, a Condesa realizou um extenso programa de construçoes e, para tanto, encarregou a execuçao das obras ao maior arquiteto eclético da história do país, Ricardo Velázquez Bosco (1843/1923). Inicialmente, o arquiteto realizou as reformas de um antigo palácio do séc. XVI para que se tornasse a residência da condesa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA Em 1887, Velázquez Bosco combinou seu peculiar estilo historicista e aristocrático na reforma do palácio, anexando uma capela dedicada à Sao Sebastiao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO palácio conserva, ainda hoje, o pátio do antigo edifício renascentista do séc. XVI,  atualmente transformado em colégio.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Condesa de la Vega del Pozo dedicou-se a inúmeras obras assistenciais de ajuda aos mais necessitados. Por este motivo, foi nomeada filha adotiva de Guadalajara. Seu projeto mais ambicioso foi a construçao de um  enorme complexo assistencial,  encarregado a Ricardo Velázquez Bosco, que incluiu um centro educacional, asilo e uma igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAEm minha recente visita à cidade, tive  o privilégio de conhecer as dependências do colégio, que me contagiaram, tanto pela beleza da construçao, quanto pela amabilidade dos funcionários do mesmo. Abaixo, vemos algumas fotos do interior do colégio.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAPróximo a este belíssimo conjunto arquitetônico e assistencial, encontra-se um dos monumentos mais emblemáticos de Guadalajara, o Panteao de la Condesa de la Vega, também projetado por Velázquez Bosco.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASua chamativa cúpula de cerâmica vidriada vermelha dota o edifício de uma caráter bizantino, que se pode apreciar à distância.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo entanto, o exterior caracteriza-se pela influência da arquitetura românica, uma das fontes do ecleticismo do séc. XIX, razao pela qual passou a denominar-se de neorromânico.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO interior do panteao possui um formato de cruz grega, e uma maravilhosa decoraçao repleta de influências bizantinas, como o grande mosaico da cúpula. Infelizmente, as fotos nao estao permitidas, uma pena…

Belas Igrejas de Guadalajara – Parte 2

Continuando nossa visita pelas igrejas mais belas e representativas de Guadalajara, no post de hoje conheceremos a de San Nicolás, a Igreja del Carmen e a Capela de Luis de Lucena. Considerada Monumento Histórico-Artístico Nacional desde 1981, a Igreja de San Nicolás ergue-se em pleno centro da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASua construçao foi iniciada em 1647 e finalizada em 1691, constituindo-se num belo exemplo do Barroco Espanhol. Em suas origens, integrava o Convento da Santíssima Trindade, fundado em 1619. Os elementos construtivos do exterior sao o tijolo, como matéria prima essencial, e a pedra, usada em sua parte decorativa. No centro da fachada, vemos um relevo da Santíssima Trindade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Igreja de San Nicolás foi construída pelos jesuítas, anexa ao colégio que possuiam. O interior do templo destaca-se pela grandeza e exuberância decorativa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEstá formado por uma nave e seis capelas laterais.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Retábulo Maior, também barroco, está composto por colunas salomônicas, e se distingue por sua magistral ornamentaçao.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos detalhes referentes a cúpula e a estrutura interior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA Capela da Imaculada Conceiçao é uma das mais bonitas de toda a igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm dos últimos conventos construídos em Guadalajara foi o pertencente a Ordem dos Carmelitas Descalços, cuja Igreja del Carmen vemos a seguir.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO templo foi construído em 1632 pelo frade e arquiteto Alberto de la Madre de Dios, sob os preceitos da austeridade  e com mínimos recursos decorativos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAtualmente, a Igreja del Carmen está ocupada por uma comunidade de franciscanos. Na sequência, vemos fotos do interior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos a cúpula.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizamos o post com uma das construçoes mais interessantes da cidade, a Capela de Luis de Lucena, nome do projetor da construçao. A capela estava adossada à desaparecida Igreja de San Miguel, e seu aspecto exterior é parecido ao de uma fortaleza.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOs cubos situados em suas esquinas proporcionam a capela um caráter defensivo, como podemos ver. Outra de suas características a relaciona com a tradiçao mudéjar, devido à utilizaçao do material mais amplamente empregado neste estilo, o tijolo, embora tenha sido construída em 1540. O interior está repleto de pinturas murais, mas quando fui visitá-la, encontrava-se fechada. Fico devendo, pois, uma foto.