Carrión De Los Condes – Segunda Parte

Continuando a visita por Carrión de los Condes, o centro da cidade está presidido pela Praça Maior, na qual podemos ver os principais edifícios civis e religiosos da cidade. De um lado, está a Casa Consistorial, construída em 1868 e que substituiu a anterior, incendiada durante a Guerra da Independência em 1811.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERADo outro lado, localiza-se uma das obras primas do Românico Espanhol, a Igreja de Santiago.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADe finais do séc. XII, sua fachada principal é reconhecida como uma das mais belas do estilo, com uma decoração escultórica realmente maravilhosa. Realizada em 1160, é uma das poucas partes originais de todo o conjunto.

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Em sua parte superior, vemos a figura do pantocrátor (Cristo em majestade), encerrado numa mandorla mística e cercado pelos tetramorfos (representação animal referente aos 4 evangelistas: Leão/São Marcos, Águia/São João, Anjo/São Mateus e Toro/São Lucas).

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A ambos lados do pantocrátor, estão representados um apostolário completo, com 6 estátuas de cada lado (as do lado sul estão praticamente sem cabeças).

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A arquivolta central está composta por 24 figuras que representam um verdadeiro mostruário de ofícios medievais, além de mostrar com fidelidade e detalhe a indumentária que cada um utilizava.

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Os capitéis que decoram as colunas representam a luta entre o bem e o mal, como neste de abaixo, em que cabeças demoníacas tentam arrebatar a alma dos personagens que estão ao seu lado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo conjunto, a portada é uma manifestação da visão apocalíptica de San Juan, evocando a Cristo como juiz dos mortos e com o livro da vida, rodeado pelos evangelistas e os apóstolos, que guardam as 12 portas da Jerusalém Celestial.

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Durante a Guerra da Independência, o templo foi quase praticamente destruído e, em 1849, a igreja teve que ser reconstruída. A torre é do séc. XVIII, de estilo neomudéjar. Desde 1993, o interior acolhe o Museu de Arte Sacra da cidade.

Construída para permitir a passagem do rio Carrión para peregrinos e mercadores, a denominada Ponte Maior foi erguida a finais do séc. XI, porém seu aspecto atual se deve a reformas feitas no final do séc. XVI.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANela, obtêm-se uma bela vista do rio e da Igreja de N.Sra de Belém, construção gótica de finais do séc. XV, e que guarda a imagem da Virgem de Belém, padroeira da cidade.

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Ao lado da ponte, um agradável parque convida à contemplação e ao passeio.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizamos nossa visita no Monastério de Santa Clara. Este edifício conventual foi levantado em 1260, e pertence à Ordem das Clarissas, sendo um dos mais antigos de toda a Espanha referente a dita congregação.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAo longo de sua história, o monastério caracterizou-se pela ininterrupçao de sua vida religiosa. A fachada da igreja é renascentista, construída entre 1614/1621.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo interior, o retábulo maior é barroco (1620), presidido por uma imagem gótica da Virgem.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANele vemos também o sepulcro de alabastro da Condesa de Castañeda, que em vida realizou várias doações ao monastério.

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Santa Clara nasceu em Assis em 1194 e foi uma fiel seguidora de São Francisco, com o qual fundou a Segunda Ordem Franciscana, também denominada das Irmãs Clarissas. Foi a primeira mulher em redigir uma regra conventual e ser aprovada por um papa. Faleceu em 1253, na mesma cidade onde veio ao mundo.

Carrión de los Condes, além de sua riqueza histórica e a importância  das construçoes que possui, foi também o berço de vários personagens de renome da história espanhola.

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Carrión De Los Condes – Palencia

Situada em pleno Caminho de Santiago, a cidade de Carrión de los Condes pertence à Província de Palencia, Comunidade de Castilla-León. Tradicionalmente se afirma que seu nome faz referência aos condes Gómez Dias, que no séc. XI realizaram importantes construções na cidade, como o Monastério de San Zoilo, uma ponte sobre o rio Carrión e um hospital para peregrinos.

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Durante a idade média, foi uma das cidades mais importantes dos reinos cristãos, e nela se celebraram cortes e sínodos. Seu rico patrimônio monumental engloba igrejas românicas e conventos de grande importância religiosa.

A mais antiga das igrejas é a de Santa Maria do Caminho, de estilo românico e edificada no séc. XII, e foi dedicada à Virgem das Vitórias.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERADiante de sua construção, se observam as ruínas da antiga muralha medieval.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASuas dimensões permitem o acesso de um grande número de peregrinos e seu elemento mais notável é a Portada Sul, formada por 5 arquivoltas, sendo que a segunda de cima para baixo está profusamente decorada com personagens diversos, a primeira deste estilo realizada em Castilla-León. A igreja foi declarada Monumento Histórico-Artístico em 1931.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAInicialmente dedicado a São João Batista quando foi levantado no séc. X, o Monastério de San Zoilo mudou sua advocaçao no séc. XI, com a chegada das relíquias do santo, procedentes de Córdoba, e também na mesma época reformado. Tornou-se famoso pela permissão concedida aos peregrinos de consumir pão e vinho, alimentos abundantes na cidade e que a ela se refere o Códix Calistinus, guia medieval para aqueles que realizavam a rota de Santiago. Abaixo, vemos a fachada do monastério, de estilo barroco.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1219, a princesa Beatriz de Suábia se casa com o rei Fernando III “El Santo” no monastério. Dos primeiros edifícios monásticos não se conserva praticamente nada, devido ao péssimo estado em que se encontravam nos séc. XIII e XIV. Por isso, foi reconstruído em 1392. Até o séc. XIV, dependeu da francesa Ordem de Cluny, mas a partir de 1531 se incorporou à congregação de Valladolid, momento em que iniciou-se outro período de esplendor do convento, que determinou a construção de seu famoso claustro e outras dependências.

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Sua parte mais valiosa, o claustro, foi projetado por Juan Badajoz em 1537 e finalizado apenas em 1604. De estilo plateresco, são abundantes as estátuas referentes a personagens religiosos e também civis.

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Posteriomente, o monastério passou à Companhia de Jesus e em 1854 converteu-se em colégio. Em 1960, já parte da diocese de Palencia, transformou-se em seminário e finalmente, em 1992, foi reabilitado como hotel, função que exerce atualmente.

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Por sua monumentalidade, a Igreja de San Andrés é conhecida como a “Catedral de Carrión de los Condes”, e é a atual paróquia da cidade. Foi construída segundo o projeto de Rodrigo Gil de Hontañón e concluída em 1574. A torre, sua estrutura mais chamativa no exterior, foi reconstruída depois de ter sido afetada pela Guerra da Independência, no séc. XIX.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo próximo post, continuaremos a visita por Carrión de los Condes…

Igreja de San Martín de Tours – Frómista

Situada em pleno Caminho de Santiago, a Igreja de San Martín de Tours de Frómista (Província de Palencia, Comunidade de Castilla y León) é considerada um dos mais notáveis templos românicos do continente europeu.

A igreja foi erguida na segunda metade do séc. XI por ordem de D.Mayor de Castilla, viúva do rei Sancho III de Navarra, como parte do antigo Monastério de San Martín, hoje desaparecido. Sua construção foi inspirada na Catedral de Jaca, com a qual comparte seu estilo. Junto com a catedral aragonesa (post publicado em 22/3/2012), a Catedral de Santiago de Compostela (15/5/2012) e a Basílica de San Isidoro de León (30/8/2012), este templo de Frómista representa o auge da arquitetura românica espanhola do séc. XI.

A finais do séc. XIX com seu progressivo processo de deterioração, a igreja foi declarada inadequada para o culto. Os trabalhos de restauração a que foi submetida iniciaram-se logo após a catalogação do templo como Monumento Nacional em 1894. Dita reforma foi realizada pelo arquiteto Aníbal Álvarez Amoroso, que inspirou-se na filosofia do arquiteto francês Violet Le Duc, que através das restaurações realizadas nas catedrais francesas, devolveu aos edifícios o aspecto  gótico que possuíam originalmente. A maquete que se pode ver no interior da igreja permite observar o estado da mesma antes dos trabalhos efetuados.

San Martín de Tours surpreende pela perfeição de suas formas, beleza arquitetônica e riqueza ornamental.

Sua aparência exterior é dominada pelo cimbório octogonal situado sobre o cruceiro e as duas torres cilíndricas que se elevam a ambos lados da fachada principal. As torres não constituem um elemento usual do românico espanhol, razão pela qual podem ter sido inspiradas no românico alemão, em que estes elementos fazem parte da estrutura geral das construções.

Além das torres, o exterior está composto por 4 portas de acesso, sendo que uma delas foi “inventada” pelo arquiteto restaurador.

Na parte superior dos muros das portadas, observamos pequenas esculturas que fazem parte da decoração geral do monumento. Em espanhol, são conhecidas como canecillos. Suas figuras encerram uma mensagem de difícil interpretação para o racionalista mundo em que vivemos, mas certamente possuíam um significado conhecido para a mente medieval, conhecedoras de muitas lendas e fábulas que a nossa cultura atual perdeu. Representam seres humanos nas mais variadas posturas, seres mitológicos, animais conhecidos e fantásticos que, em seu conjunto, são denominados de Bestiário Medieval, carregados de uma forte simbologia.

Abaixo, vemos figuras que representam uma cabra e animais fantásticos.

O canecillo a seguir representa a inequívoca imagem de um contorcionista.

As janelas estao formadas pelos denominados arcos de meio ponto, e estao decoradas com capitéis. Na foto que segue, no lado esquerdo, vemos a imagem de um macaco, elemento habitual na decoraçao do templo.

No interior, a igreja está formada por 3 naves, sendo a central mais larga e alta que as laterais, e terminam na cabeceira, composta por 3 ábsides semicirculares.

No ábside central, vemos algumas esculturas medievais, como um cristo crucificado do séc. XIII, uma que representa a Santiago (séc. XVI) e outra representando a San Martín (séc. XIV).

A seguir, o cimbório e sua perspectiva interior.

As naves estão cobertas por uma abóbada semi-esférica típica do românico, divididas em várias partes por arcos cuja função é receber o peso da cobertura e transmitir-los aos grossos muros e pilares da estrutura.

Os capitéis que decoram as colunas são belíssimos, com motivos vegetais, animais e narrativos. Além de sua função de adorno, representada sobretudo pelos capitéis vegetais, desempenhavam outra muito mais importante, a pedagógica, em que eram um instrumento de comunicação aos fiéis, dos preceitos da doutrina crista.

Desta forma, os capitéis com figuras de animais representam símbolos. Alguns deles refletem aspectos positivos relacionados ao bem e às virtudes, como os pelicanos, pombas, águias, etc. Por outro lado, existem aqueles relacionados com o mal e o pecado, como as serpentes, lobos e animais fantásticos.

Os capitéis narrativos são representaçoes de episódios bíblicos.

Palencia

Palencia situa-se às margens do rio Carrión e dista 235km de Madrid. Conta com aprox. 80mil habitantes. A origem do seu nome procede da palavra Pallantia, que designava um antigo povoado prerromano que existia no local. É considerada a cidade espanhola com a maior quantidade de área verde por habitante, além de ser considerada uma das mais limpas  e de alto grau de desenvolvimento sustentável. A maior parte do centro está formada por ruas habilitadas somente para pedestres, tornando o passeio deveras agradável.

A época visigoda foi um dos períodos mais esplendorosos de Palencia, pois se tornou sede episcopal, uma das mais antigas do país e na época superada apenas pela diocese de Toledo, e também sede da corte. Na Idade Média, seu grande impulsor foi o rei Alfonso VIII de Castilla, que lhe concedeu foros e fundou uma instituição educativa que se tornaria a Universidade mais antiga do país, recebendo a aprovação pontifícia em 1221 e , infelizmente, desaparecendo décadas depois.

A prosperidade  do séc. XVI transformou a cidade, junto a outras províncias castelhanas, no coração econômico e demográfico do Império Espanhol. A Primeira Guerra Mundial e a Guerra Civil Espanhola favoreceram, até certo ponto, o seu desenvolvimento, devido às industrias alimentícias e de armas que dispunha, indispensáveis para o abastecimento das tropas.

Atualmente, Palencia é uma cidade de serviços com um rico Patrimônio Histórico, prova de sua importância no passado. Apesar disso, o turismo cresce lentamente, não sendo uma das cidades mais visitadas de Espanha. Não obstante, recomendo uma excursão desde a capital, que apesar da distância, pode ser percorrida numa rápida viagem em Trem de Alta Velocidade.

Seu monumento mais conhecido, a Catedral de San Antolín, foi a matéria do post anterior. Na foto abaixo, vemos a bela praça onde o templo se localiza.

Outro monumentos religiosos de interesse são:

A Igreja de San Miguel  é considerada, arquitetonicamente, como de transição do Românico ao Gótico. Seu elemento de destaque é a torre de aspecto militar, que lhe confere mais uma aparência de fortaleza que de igreja. Nela foi realizado o casamento entre Rodrigo Diaz de Vivar, popularmente conhecido como El Cid,e sua esposa D. Jimena. No entanto, pode-se dizer que ainda o templo permanece desconhecido. Monumento nacional desde 1931.

A Igreja de San Francisco é uma construção do séc. XIII no estilo gótico, com ampliações renascentistas e barrocas. Declarada Monumento nacional desde 1992,  pertence à Ordem Jesuíta.

O Convento de San Pablo foi levantado pelo fundador da Ordem Dominicana , Santo Domingo de Guzmán, no séc. XIII. Porém, a igreja que hoje contemplamos, foi erigida nos séc. XIV e XVI.

Além dos monumentos religiosos, existem muitos outros de caráter civil de especial beleza. O Palácio da Deputação Provincial, por ex., é um edifício modernista construído em 1914, sendo responsável pelo governo e administração da província.

O Colégio de Villandrando, localizado na Calle Mayor, foi construído como asilo e instituição para crianças órfãs. Seu arquiteto, o palentino Jeronimo Arroyo, buscou uma reinterpretação do gótico veneziano e catalão, com destaque para sua bela fachada.

A Ponte Mayor sobre o rio Carrión foi erguida no séc. XVI  e reformada e ampliada no XVIII.

A estátua da mulher palentina causo polêmica na sua inauguração, por ser considerada moderna demais para o local onde foi colocada. Atualmente, porém, é um ponto de encontro e foi carinhosamente apelidada de “La Gorda”.

Catedral de Palencia

Palencia está localizada na Comunidade de Castilla-León e seu monumento mais significativo é a Catedral de San Antolín, padroeiro da cidade. Trata-se de uma construção predominantemente gótica, ainda que conserve elementos anteriores de época visigoda e românica, e elementos decorativos renascentistas, barrocos e neoclássicos. Seu comprimento de mais de 130m a converte na terceira maior de Espanha, depois das Catedrais de Toledo e Sevilha. O exterior carece de uma fachada principal e se apresenta austero e maciço, que não reflete a beleza encontrada no interior. Apesar da obra gótica ter demorado dois séculos em ser finalizada (séc. XIV- XVI), na realidade o templo que observamos atualmente tardou 14 séculos em finalizar-se, pois a parte mais antiga da cripta data do séc. VII.

No exterior, o elemento que mais chama a atenção é a torre, construída no séc. XV.

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A Catedral gótica foi construida a partir de 1321, sobre o anterior templo românico do séc. XI, que encontrava-se em um estado ruinoso, sendo terminada em 1516. A parte mais antiga da edificação gótica é a cabeceira, que segue fielmente os padroões do estilo, com seu formato poligonal e ábsides recortados por janelas.

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Na fachada meridional, a Porta do Bispo é a mais bela das 5 que possui. Data dos séc. XV e XVI, e na parte central observamos uma Virgem Maria gótica, rodeada de vidreiras em forma de flor. No entanto, a porta encontra-se bastante deteriorada devido à erosão.

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Se a sobriedade é a característica marcante do exterior, no interior sobressai uma rica decoração, de várias épocas e estilos. A catedral possui planta de cruz latina com 3 naves, separadas por pilares sobre os quais descansam os arcos apuntados e as bôvedas de crucería, típicas do gótico.

A cripta é uma de suas partes fundamentais, tanto por seu valor histórico, quanto por sua arquitetura representativa da época visigoda e do românico inicial. Se acede a ela por uma bela escada situada aos pés do trascoro.

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O Trascoro é uma obra do séc. XVI pertencente ao Renascimento Espanhol e apresenta no centro um dos conjuntos pictóricos mais representativos da pintura flamenca em Espanha. O quadro representa as 7 dores da Virgem.

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Na chamada nave do Evangelho, apreciamos o famoso Cristo das Batalhas, uma obra gótica muito venerada pelos palencianos.

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Já na nave da Epístola, o Altar do Salvador data de 1534, estilo plateresco, e é atribuído a Diego de Siloé e Felipe Vigarny.

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A catedral possui 2 Capelas Maiores, uma exceção à regra, já que na maioria dos casos as catedrais possuem apenas uma:  A Capela do Sagrário, que durante tempos foi denominada de capela maior, acolhe o sepulcro da rainha Urraca, esposa do rei Garcia Ramírez de Pamplona.

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Na atual Capela Maior, destacamos o retábulo construído em 1504, o exemplar renascentista mais antigo de Espanha.

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Dentro das capelas que rodeiam a cabeceira, a chamada dos Reis ou de San Pedro é uma das principais, devido ao seu grande valor artístico e  aos relevos de gesso que representam os Reis Magos. Construída no séc. XIV por artistas anônimos, foi reformada no séc. XVI. O retábulo que a decora  foi dedicado a San Pedro.

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Abaixo, a bôveda da Capela dos Reis.

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A seguir, uma foto do crucero e outra do coro.

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O claustro iniciou-se em 1439 e finalizou-se em 1516. De planta quadrada, nele trabalharam artistas de renome, como Juan Gil de Hontañon.

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O Altar plateresco de São Pedro e São Paulo foi terminado em 1534 e impressiona por sua realização.

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Um dos poucos restos da antiga catedral românica está representada pela porta que vemos a seguir.

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A catedral de San Antolín é conhecida como a “Bela desconhecida” e foi declarada Monumento Nacional em 1929.