Igrejas Históricas de Córdoba

Sobre as igrejas mais importantes de Córdoba realizei duas matérias, nos dias 4 e 5 de abril, precisamente das denominadas Igrejas Fernandinas, cujo nome se refere ao Rei Fernando III que reconquistou a cidade dos muçulmanos e a dividiu em 14 bairros, cada qual com sua paróquia. No entanto, existem muitas outras igrejas que gostaria de mencionar, tanto por sua importância religiosa e arquitetônica, quanto por sua relevância histórica. A Paróquia de San Nicolás de la Villa é uma delas, pois se considera uma das últimas Igrejas Fernandinas em ser construída, no século XIV.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm sua parte exterior, destaca a torre, edificada no século XV possivelmente sobre um antigo minarete islâmico. Como podem observar, a estrutura possui um caráter defensivo e o nível superior  apresenta uma curiosa planta octogonal, como se estivesse fortificada.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADevido à sua antiguidade, a igreja se destaca pela combinação de vários estilos diferentes. A planta original foi edificada no estilo gótico-mudéjar, mas a fachada principal pertence ao século XVI, em pleno período renascentista, realizada pelo arquiteto Hernán Ruiz II. Simples e austera, está adornada com o santo titular da igreja, San Nicolás.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANos séculos XVII e XVIII a igreja sofreu profundas reformas, que lhe propiciaram o aspecto barroco que vemos atualmente, principalmente em seu interior. O Retábulo Maior, por exemplo, foi realizado em 1720. No centro, vemos a imagem de San Nicolás.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERASan Nicolás é um santo que possui a particularidade de pertencer tanto a Igreja Católica Romana, quanto a Igreja Ortodoxa Grega. Apesar de nao ter sido um mártir, adquiriu grande popularidade, até o ponto que a figura de Papai Noel foi baseada em fatos de sua vida. Uma das principais lendas sobre ele conta que um nobre que empobreceu enviou suas filhas à prostituição, para poder alimentá-las. Conhecedor desta drástica medida, San Nicolás salvou as filhas da desonra, presenteando a família com três sacos cheios de ouro, que foram depositadas no interior da casa através da janela em plena escuridão noturna. Abaixo, vemos o órgão da igreja…

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa foto que segue vemos o belíssimo teto decorado com um artesanato de estilo mudéjar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERATambém realizada por Hernán Ruiz II é a Capela do Batismo, no estilo renascentista. Nsta capela foi batizada outro dos personagens históricos mais importantes de Córdoba, o político e nobre Gonzalo Fernández de Córdoba (1453/1515), que tornou-se conhecido como “El Gran Capitán“, graças a sua capacidade como estrategista militar. Serviu ao Rei Católico Fernando de Aragón em várias batalhas pelo continente europeu, conquistando regiões da Itália que passaram a fazer parte do Império Espanhol.

OLYMPUS DIGITAL CAMERABem próxima à Paróquia de San Nicolás encontra-se outro templo de importância histórica, a Real Colegiata de San Hipólito.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEsta igreja fazia parte de um monastério fundado pelo monarca Alfonso XI de Castilla em 1343. O rei também utilizou a igreja como panteão real, já que em seu interior ordenou que fossem colocados os sepulcros de seu pai Fernando IV, falecido em 1312, e o seu próprio. Podemos vê-los na igreja ainda hoje…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1347 a igreja foi elevada à condição de Colegiata, com o propósito de que pudessem ser celebrados ofícios em memória dos monarcas enterrados. Abaixo, vemos um detalhe de sua fachada principal, construída em 1730 e decorada com uma imagem de San Hipólito.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA torre também pertence ao século XVIII…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO belíssimo órgão da igreja, igualmente barroco, é considerado um dos mais importantes de toda a Comunidade de Andalucía.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo final do século XIX a igreja foi cedida à Ordem dos Jesuítas. Finalizo a matéria com algumas imagens do interior da Real Colegiata.

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Palácios de Córdoba

Muitos sao os palácios existentes no Centro Histórico de Córdoba que podem ser visitados, aumentando ainda mais as opções turísticas desta incrível cidade da Andaluzia. Um exemplo é o Palácio de los Luna (original em espanhol), que mantêm sua estrutura do século XVI. Foi construído pelo arquiteto Hernán Ruiz “El Viejo”, que colocou em sua parte superior um mirante para os moradores da casa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERACom uma estrutura bem parecida, o chamado Palácio del Orive foi projetado pelo filho de Hernán Ruiz “El Viejo”, Hernán Ruiz II (outra vez ele…). Também é conhecido como Palácio de los Villadones, sendo que o arquiteto reformou a antiga residência senhorial desta família no estilo renascentista em 1560.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA fachada principal é um dos seus maiores destaques, estando composta por uma figura feminina e franqueada por dois leões, que representam a lealdade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAs dependências interiores foram dispostas em torno a dois pátios. O principal está composto por colunas de épocas romana e árabe que foram reutilizados.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO pátio principal possui dois níveis de altura. Acima, vemos o nível inferior, e abaixo, o superior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro exemplo das denominadas Casas-Pátio de Córdoba é a Casa de las Cabezas (original em espanhol), situada numa ruela de época muçulmana, chamada Calle de las Cabezas. Conhecida também pelo nome de Casa dos Siete Infantes de Lara, a história e as lendas enriquecem o legado deste palácio, cuja visita interior recomendo, pois atualmente é um museu que vale a entrada…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERASegundo a tradição, este palácio pertenceu inicialmente ao grande general árabe Almanzor. A explicação de seu nome tem a ver com uma lenda que se considera uma das mais importantes da Literatura Castelhana do período medieval. Os Sete infantes de Lara eram os filhos de Gonzalo Gustioz. Um conflito com outra família rival fez com que fossem assassinados e suas cabeças foram entregues ao pai numa bandeja de prata no interior da casa. Depois foram colocadas sobre os sete arcos presentes na rua ao lado do palácio. Abaixo, vemos o pátio interior da casa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA visita ao palácio nos conduz a uma típica residência senhorial de tempos passados, com mobiliário de época em todas suas dependências.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo final do século XV, as casas senhoriais adquiriram uma característica que se conserva até os dias atuais, o desdobramento das dependências que as constituem. O andar de baixo, ao ser mais fresco, será utilizado durante os meses de calor, enquanto o andar superior passará a ser usado nos meses de inverno. Da mesma forma que o andar inferior da casa, sua parte superior possui todas as estâncias necessárias para a vida, inclusive uma cozinha de inverno.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro aspecto interessante da visita está relacionado a um costume originário de época muçulmana, o denominado estrado feminino, um espaço reservado exclusivamente às damas da casa, que se sentavam no solo para ler, conversar, etc. Segundo o poder econômico do proprietário, podiam estar revestidos de ricas sedas e requintadas almofadas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASegundo um autor espanhol do século XVII, Juan de Zabaleta, nas casas senhoriais chegaram a existir até três estrados distintos. Um deles se denominava “Estrado de Carinho“, situado no aposento que usavam as damas para dormir. Como viviam em dependências separadas, em determinadas ocasiões o senhor da casa podia aceder a esta dependência de uso feminino para oferecer seus carinhos…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm muitos palácios cordobeses o estilo mudéjar contribuiu para o adorno da residência, como vemos na porta de acesso ao subsolo, utilizado como local de depósito de queijos, vinhos, etc, devido a temperatura mais fresca do ambiente.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO próximo post estará dedicado a um palácio de visita obrigatória em Córdoba, o famoso Palácio de Viana.

Um Passeio por Córdoba

Para se conhecer o Centro Histórico de Córdoba, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o ideal é caminhar por suas ruas sem pressa, pois sempre existem lugares de interesse para os visitantes curiosos por sua milenar história. Ao redor da Mesquita-Catedral, por exemplo, existem várias construções que se destacam, como o antigo Hospital de San Sebastián, construído pelo arquiteto Hernán Ruiz “El Viejo” entre 1512 e 1516.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA instituição foi criada pela Confraria de San Sebastián, cuja origem se deve a grande quantidade de crianças abandonadas que haviam na época. Atualmente o edifício é a sede do Palácio de Congresso e Exposições, e conserva a bela fachada de sua igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo lado do Real Alcázar situa-se uma grande edifício, as Reales Caballerizas de Córdoba, fundada pelo Rei Felipe II com a finalidade de criar cavalos de pura raça espanhola para os serviços da Casa Real.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1757 sofreu um incêndio, sendo reconstruído durante o reinado de Carlos III. Em 1822, os cavalos utilizados pela corte foram retirados, e o edifício passou a ser usado pelo Corpo de Cavalaria.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 2002 foi adquirido pela Prefeitura de Córdoba como um espaço cultural. Atualmente se realizam espetáculos equestres no local, além de visitas guiadas pelo interior do edifício.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo vemos uma foto das Reales Caballerizas tirada desde o Real Alcázar

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro lugar emblemático do centro histórico é a Plaza de la Corredera, um verdadeiro ponto de encontro dos habitantes da cidade, declarada Bem de Interesse Cultural em 1981.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConsiderada a única praça de formato quadrangular de toda a Comunidade de Andaluzia, ao modo das praças castelhanas, possui 113m de comprimento por 55m de largura. Seu espaço foi sempre utilizado para a representação de espetáculos públicos, como as Corridas de Touros. Em uma delas, a arquibancada de madeira caiu, para o desespero das pessoas que se encontravam no local. Se projetou então uma nova praça, antes irregular, num espaço uniforme, alinhando as fachadas dos edifícios de três níveis de altura e melhorando a segurança dos espetáculos públicos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAs obras da nova praça realizaram-se no final do século XVII e foram pagas pelos próprios habitantes da cidade. O projeto se deve ao arquiteto Antonio Ramós Valdés. Grandes personagens da época presenciaram as Corridas de Touros, como o Rei Felipe IV e inclusive Cosme de Médici. A Plaza de la Corredera conserva edifícios cuja construção é anterior a própria praça, como a antiga Casa Consistorial, erguida no final do século XVI pelo arquiteto Hernán Ruiz II.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAlém de representar o centro político da cidade, nela se situava também a prisão, que permaneceu no local até 1821, quando foi levada ao Real Alcázar de Córdoba. Em 1846, o edifício foi adquirido por um empresário cordobês, José Sánchez Peña, que instalou uma fábrica de sombreros, colocando as residências dos trabalhadores em sua parte superior. Depois, passou a abrigar o Mercado da cidade. Outro espetáculo famoso realizado na praça, antes da reforma, ocorreu em 1571, durante as festividades celebradas pela vitória na Batalha de Lepanto contra os turcos otomanos, quando se organizou uma verdadeira batalha naval na praça.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Tribunal da Inquisição também escolheu a praça para a realização de vários autos de fé, quando foram julgados os condenados por cometer delitos contra os dogmas da igreja. Escavações realizadas na praça durante as reformas descobriram mosaicos romanos em seu subsolo, atualmente expostos no Real Alcázar, cujas imagens já publiquei na matéria sobre a Córdoba Romana. Durante a Guerra da Independência no início do século XIX, os franceses colocaram patíbulos na praça para execução pública.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo século XX,  a praça foi pintada nas cores vermelha, verde e ocre, retornando ao aspecto que tinha no final do século XVII. Se dizia que nesta época a tonalidade vermelha se conseguia com o próprio sangue dos touros sacrificados na praça. É mole?

Igrejas Fernandinas de Córdoba – Parte 2

A maior parte das chamadas Igrejas Fernandinas de Córdoba foram construídas entre os séculos XIII e XIV, segundo as correntes românicas e góticas, combinadas com elementos decorativos de estilo mudéjar, com amplas reformas realizadas no período barroco. Neste segundo post sobre este tema, veremos outras paróquias da cidade que se inserem neste contexto. A Igreja de Santa Marina foi uma das primeiras em ser construída, na segunda metade do século XIII, convertendo-se num núcleo de repovoação do bairro onde se localiza.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASua fachada exterior possui um aspecto de fortaleza, maciça e austera, com grossos contrafortes que sustentam a estrutura e os típicos pináculos góticos. A roseta preside a fachada…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos a portada norte original, rematada por uma estrutura triangular e decorada com “dentes de serra“, além de uma imagem da santa titular, Santa Marina, uma santa oriunda de Galícia e que foi martirizada no século II dC.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA torre foi construída no século XVI, no estilo renascentista….

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO templo sofreu vários incêndios, como o de 1880, quando teve que ser reconstruída. Restaurações recentes lhe devolveram o aspecto medieval que sempre ostentou. O interior foi reformado na época barroca, e carece de retábulo maior, destruído em 1936, durante a Guerra Civil. Abaixo, vemos uma foto do interior, formado por 3 naves, sendo a central mais larga que as laterais.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO teto de madeira é algo típico das Igrejas Fernandinas, muitos dos quais apresentam elementos mudéjares. Esta igreja se situa no bairro dos toureiros, e a casa do famoso Manolete se encontra perto da igreja, mas não tive a oportunidade de conhecê-la. Depois da reconquista de Córdoba em 1236, várias ordens religiosas se  assentaram na cidade, como a Ordem de Santo Agostinho. Depois de várias sedes finalmente se estabeleceram na igreja que vemos na sequência, a denominada Igreja de San Agustín (original em espanhol), edificada a partir de 1328.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA torre pertence ao século XVI….

OLYMPUS DIGITAL CAMERATambém foi reformada no período barroco, que modificaram o exterior do templo…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAQuando estive na igreja estavam preparando uma cerimônia de casamento e tive pouco tempo para fotografá-la. De qualquer forma, pude tirar algumas fotos das pinturas barrocas que a embelezam…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAParte integrante de um antigo convento, a Paróquia de San Francisco é outra das belas igrejas existentes na cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Ordem Franciscana foi instituída por Fernando III em Córdoba, e a imagem de Sao Francisco de Assis realça a fachada (foto acima). Testemunho de seu caráter conventual, a denominada Puerta del Compás serve de acesso à igreja desde a rua.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos o antigo claustro, situado anexo à igreja…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizo o post com a Basílica de San Pedro, construído no local onde forma martirizados os santos cordobeses Fausto, Genaro e Marcial. No século IV se construiu um templo para acolher os restos dos santos mártires. Sobre este primitiva igreja se construiu a atual, entre os séculos XIII e XIV.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADurante uma reforma no século XVI (1575), se encontraram os restos dos santos na cripta. O achado contribuiu para que a igreja fosse declarada Basílica Pontifícia e se transformasse num  local de peregrinaçao. Também do século XVI é a porta principal, que vemos acima, obra do arquiteto Hernán Ruiz II, realizador de diversas construções na cidade. Abaixo, vemos a imagem de São Pedro, que preside a fachada.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPedro, junto com João e Santiago Maior, foram os amigos mais íntimos de Jesus, e testemunhos privilegiados de sua missão. Pedro foi martirizado na época do Imperador Nero, sendo crucificado de ponta cabeça, pois não se considerava digno de morrer da mesma forma que Cristo.

Basílica de Santa María – Arcos de la Frontera

Arcos de la Frontera possui um invejável patrimônio histórico religioso que vale a pena conhecer, graças às inúmeras e importantes igrejas existentes em seu centro histórico. A mais importante delas é a Basílica de Santa María de la Asunción, situada na praça principal do povoado. A fachada que dá para a praça representa um dos símbolos da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA igreja foi edificada sobre a antiga mesquita muçulmana de Arcos de la Frontera no séc. XIV, em estilo mudéjar. Reformas realizadas no século XVI alteraram sua fisionomia, quando passaram a coexistir diversos estilos artísticos. Na fachada principal, por exemplo, se combinam elementos renascentistas e barrocos. Construída em 1520, representa a evolução do gótico final com o renascimento, incluindo detalhes platerescos em seus vãos centrais e pináculos góticos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA portada lateral, chamada de Santa María, foi construída segundo os preceitos góticos com elementos platerescos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA torre somente foi levantada no séc. XVIII, pelo arquiteto Vicente Catalán Bengoechea.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAlém deste arquiteto, participaram da construção da igreja vários outros de renome, como Diego de Riaño, uma das figuras centrais do plateresco na Andaluzia, além de Martín de Gainza e Hernán Ruiz II, arquitetos fundamentais do Renascimento Andaluz. Já no interior da Basílica de Santa María predomina a arquitetura gótica.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAComo destaque, o coro, realizado em 1728 e seu belíssimo órgão.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERABelas capelas adornam o espaço interior…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAPodemos contemplar pinturas murais que ainda se conservam…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO maravilhoso Retábulo Maior foi realizado em 1585, e nele se representa cenas da vida da Virgem Maria.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1931, a Basílica de Santa María de la Asunción foi declarada Bem de Interesse Cultural, e recomendo sua visita num passeio por esta encantadora cidade.