Tobera – Província de Burgos

Um dos principais destinos de nossa viagem pelo norte da Província de Burgos, zona conhecida como Las Merindades, foi o belíssimo povoado de Frías, considerado um dos mais bonitos da Espanha. Antes, porém, de visitá-la, fizemos uma parada numa localidade chamada Tobera, situada a pouca distância de Frías. A paisagem que se vislumbra é de um intenso bucolismo…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma das principais atrações deste local isolado é a Ermita de Santa María de la Hoz, erguida junto a uma grande formação rochosa que lhe confere um aspecto de grande efeito visual. Não se sabe muito a respeito de sua história, apenas que foi construída no século XIII, provavelmente sobre uma anterior construção.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA ermita se insere dentro do estilo românico de transição ao gótico, e nela antigamente se hospedavam os peregrinos que se dirigiam à Santiago de Compostela.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm frente vemos uma pequena ponte medieval, construída sobre uma anterior de época romana…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEntre a ponte e a Ermita de Santa María se construiu outro pequeno templo, a Ermita do Cristo dos Remédios, de formato quadrado e pertencente ao século XVII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANossos únicos companheiros neste belo local eram as cabras e bodes, que nos olhavam com indiferença…

OLYMPUS DIGITAL CAMERATobera é também conhecida pelo Rio Molinar, que despenca suas águas em belas cascatas no meio do povoado…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAUma pequena trilha que inicia ao lado das ermitas nos permite aproximar às cachoeiras e contemplar seus espetáculo.

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San Martín del Castañar – Parte 2

Encerro esta série de matérias sobre os pueblos serranos da Província de Salamanca com um breve “passeio” pelo povoado de San Martín del Castañar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEu penso que os pueblos espanhóis constituem a alma mais autêntica do país, sendo que as transformações ao longo dos séculos não modificaram num grau elevado o ambiente urbano, seus costumes e tradições, o cotidiano da população etc. Durante muito tempo os habitantes de San Martín del Castañar se abasteceram de água através de fontes estratégicamente localizadas, algumas das quais ainda podemos admirar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO povoado conserva também a tradição de realizar touradas, como no idioma espanhol são conhecidas as Corridas de Touros. A Praça de Touros da localidade, onde se realizam os festejos taurinos, é realmente pitoresca…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERASeus habitantes souberam conciliar as atividades econômicas tradicionais com o entorno natural, num estilo de vida sustentável que se remonta à séculos…

OLYMPUS DIGITAL CAMERA O pueblo, além do patrimônio histórico que vocês viram no post anterior, conserva ainda 4 ermitas, e uma singela ponte medieval

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA Sierra de Francia é um local maravilhoso para desfrutar da natureza e para contemplar inúmeros pueblos interessantes, como La Alberca, Mogarraz e San Martín del Castañar

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA arquitetura popular tradicional destes povoados foi o motivo principal da declaração de conjuntos históricos que ostentam, uma excelente maneira de conservá-los para as próximas gerações.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizo a matéria com uma simples e bela frase de Georges Dumézil (1898/1906), famoso historiador francês, cuja mensagem é especialmente verdadeira para estes povoados serranos:

“Os povoados sem lendas se morrem de frio.”

Castelo de Castro Urdiales

Iniciamos nosso passeio por Castro Urdiales visitando o Castelo da localidade, situado no alto de uma elevação rochosa, numa península que se destaca na paisagem.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Castelo de Santa Ana é considerado uma das poucas fortalezas existentes em toda a Comunidade de Cantábria, e foi erguido entre os séculos XIII e XIV. Integra um conjunto de arquitetura gótica único na comunidade, formado pelo Castelo, a Igreja de Santa María e uma Ponte medieval.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEsta bela e peculiar ponte é também denominada Ponte Velha, e atualmente comunica a fortaleza com o porto da cidade. Sua finalidade original, no entanto, era facilitar a passagem entre a fortaleza e a Ermita de Santa Ana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERATodos estes elementos integravam o sistema defensivo da cidade, além da muralha desaparecida. A posição estratégica do castelo permitia que, em caso de fuga de seus ocupantes, pudessem realizá-la por via marítima. Isso ocorreu durante o início do século XIX, quando Castro Urdiales foi ocupada pelas tropas francesas do imperador Napoleão Bonaparte, e muitos habitantes puderam escapar através da fortaleza em navios ingleses.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO castelo foi várias vezes reformado e parece que no século XVI foi abandonado. Possui uma planta pentagonal com torres cilíndricas de 15m de altura.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA fortaleza pode ser visitada, muito embora em seu interior não possamos ver muitas coisas. Abaixo, vemos a grande sala utilizada como espaço de conferências.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo centro da sala foi colocado um Miliário Romano, isto é, um bloco de pedra utilizado durante a época romana que marcava as distâncias entre as cidades nas calçadas, ou estradas, das antigas colônias romanas. Este em concreto, data de 61 dC, e homenageia o Imperador Nero, recordando as origens da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1853, aproveitando a excelente localização do castelo, foi colocado um farol, que continua funcionando. Por este motivo, a fortaleza é também conhecida como Castillo-Faro (Castelo-Farol)…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAEntre a igreja e o castelo vemos as ruínas de uma antiga construção, a Igreja de San Pedro, a mais antiga do conjunto, pois foi edificada em estilo românico no século XII. Nela se realizavam as eleições para os membros do conselho de Castro Urdiales.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADo alto deste impressionante conjunto, declarado histórico-artístico em 1978, temos uma ampla panorâmica de Castro Urdiales

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Molina de Aragón – Prov. de Guadalajara

Molina de Aragón é um belíssimo pueblo situado na Província de Guadalajara, pertencente à Comunidade de Castilla-La Mancha. Como centro de uma comarca economicamente voltada à agricultura e pecuária, Molina possui cerca de 4 mil habitantes, e situa-se numa das zonas mais frias do país, com registros históricos de temperaturas inferiores a  28 graus negativos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO pueblo é uma típica vila senhorial da Idade Média, e foi catalogada como Conjunto Histórico-Artístico.  Depois de originalmente povoada por tribos ibéricas durante séculos, houve um período de desolação que afetou toda a região, interrompido com a chegada dos muçulmanos e a posterior criação dos denominados Reinos de Taifa no séc. XI. A cidade aparece, então, governada pelo rei  mouro Abengalbón, amigo pessoal de El Cid. A ocupação árabe termina com a reconquista, efetuada pelo rei cristão Alfonso I “El Batallador” em 1129.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAComo terra de fronteira, Molina esteve sob domínio tanto de castelhanos, quanto de aragoneses. Durante apenas 6 anos (1369/1375), pertenceu ao Reino de Aragón, época em que mudou o nome de Molina de los Caballeros para Molina de Aragón, e que conserva ainda hoje. A partir de então, volta a ser propriedade do Reino de Castilla, graças ao casamento da infanta Leonor de Aragón com o castelhano infante Juan. Um século depois, a rainha Isabel “La Católica” concede um privilégio, a partir do qual Molina pertencerá sempre a Castilla. Abaixo, vemos a Praça de Espanha, situada no centro do povoado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMolina de Aragón viveu seus dias gloriosos no séc. XVI, devido ao aumento populacional e a exploração econômica de seus recursos. No séc. XIX, o valor  heróico demonstrado por seus habitantes durante a Guerra de Independência outorgou ao pueblo o título de cidade, concedido por Fernando VII em 1812. Abaixo, vemos parte do recinto de muralhas conservados, como a Porta de Medina e a Porta do Banho, ambas levantadas no séc. XIII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAtualmente, podemos observar pequenas partes dos muros que formavam as muralhas, que cercava toda a localidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAApesar de seu reduzido tamanho, em Molina sobrevivem numerosos templos religiosos, edificados em várias épocas. A Igreja de San Pedro, por ex., foi construída originalmente no estilo românico no séc. XIII, mas reformada nos séc. XVI/XVII, apresentando uma mistura de estilos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Igreja de San Francisco, também fundada no séc. XIII, foi reformada na etapa gótica e barroca, quando foi levantada a torre no séc. XVIII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo alto da torre, vemos uma estátua denominada de Giraldo, uma referência à famosa estrutura que coroa a parte superior da Catedral de Sevilha (La Giralda).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA vila está atravessada pelo Rio Gallo, um afluente do Tajo (Tejo, em português). Um de seus símbolos é a ponte medieval, construída entre os séc. XII/XIII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConstruída com pedra arenítica, está formada por três arcos. A imagem que contemplamos de sua localização é um dos cartões postais de Molina de Aragón, com a imponente visão  do castelo ao fundo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo próximo post, seguiremos conhecendo este pueblo castelhano.

Aranda del Duero – Castilla y León

A cidade de Aranda del Duero é uma das mais importantes da Província de Burgos (Comunidade de Castilla y León). Além de capital da Comarca da Ribera del Duero, é considerado o terceiro município em população de todos aqueles que não são capital de província da comunidade (aprox. 35 mil habitantes).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA cidade foi fundada depois da retomada crista no séc. X e criada como um núcleo de repovoamento. Historicamente, ficou conhecida por ter celebrado, em 1473, o Concilio de Aranda (organizado para combater a ignorância e a vida dissoluta de alguns clérigos), que contou com a presença da futura rainha de Castilla, a Princesa Isabel I. Uma placa confirma o período em que a princesa viveu na cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro aspecto importante relacionado à Aranda del Duero foi o plano da cidade realizado  em 1503, considerado o mapa urbano mais antigo do país.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo plano turístico, é especialmente conhecida por ser produtora dos vinhos de Denominaçao de Origem Ribera del Duero, um dos melhores do país. A gastronomia tornou-se famosa graças aos Assadores de Cordeiro tipo “Lechazo”, que atraem  muitos turistas à cidade nos finais de semana. Abaixo, vemos a porta de entrada ao centro antigo, e a Casa Consistorial.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAo lado da Casa Consistorial, abre-se a Praça Maior da localidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADurante a Idade Média, Aranda del  Duero era considerada uma vila realengo, isto é, prestava contas diretamente ao rei, conseguindo, desta forma, inúmeros privilégios. O legado arquitetônico e monumental corresponde, principalmente, aos séc. XV/XVI, época de maior esplendor da cidade. Abaixo, vemos o Palácio de los Berdugo, edifício renascentista construído no séc. XV, e que hospedou a Napoleão Bonaparte, em 1808.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA arquitetura civil está representada por casas populares e outras senhoriais…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAO Rio Duero corta a cidade, e várias são as pontes que o atravessam, bem como seus estilos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA mais emblemática, porém, é a ponte medieval que se conserva majestosa.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo entanto, seus monumentos mais importantes são a Belíssima Igreja de Santa Maria e a rede de bodegas medievais, situadas no subsolo da cidade. Ambos monumentos serão o tema dos próximos posts…

Românico em Zamora – Segunda Parte

Prosseguindo nosso roteiro pelo Românico Zamorano, a Igreja de San Cipriano possui uma origem desconhecida. Supoe-se que data do séc. XI, com reformas realizadas nos séculos posteriores.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERASituada na Praça Maior da cidade, a Igreja de San Juan foi levantada junto à muralha que rodeava a zona mais antiga do centro histórico de Zamora.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAConsiderado o segundo templo mais antigo de todos existentes na cidade, possui uma linda fachada principal, cujo rosetón situado na parte superior foi adotado como um de seus símbolos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos uma imagem do interior da igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAConservada praticamente sem reformas posteriores, a Igreja de Santa Maria de la Horta foi construída no séc. XII, sendo a sede matriz da Ordem de San Juan desde 1236.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA Igreja de San Claudio de Olivares, do séc. XI, é uma das mais notáveis, graças à rica decoraçao escultórica que se conserva em sua fachada principal.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANa arquivolta interior, estao representados os 12 meses do ano e seus respectivos trabalhos agrícolas. Na arquivolta exterior, vemos um conjunto de figuras fantásticas, difíceis de reconhecer devido ao desgaste da pedra arenítica. Na parte superior da fachada, uma série de esculturas, denominadas de canecillos, decoram o conjunto. Algumas destas figuras representam personagens adotando atitudes eróticas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOutro elemento românico conservado na cidade é a ponte de pedra que cruza o Rio Duero. Composto por 16 arcos, foi erguida no séc. XII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo longo de sua história, sofreu reformas em várias ocasioes, como a que derrubou as torres existentes a ambos lados da estrutura, para facilitar o tráfico de veículos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo aspecto militar, destaca o castelo, situado ao lado da catedral, e construído a mediados do séc. XI, ainda que desta época sobrevivem poucos restos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma das obras fundamentais que constituiam o conjunto de muralhas da cidade, o castelo tinha exclusivamente a funçao de defesa da localidade. Foi erguido pelo rei Fernando I, considerado o primeiro unificador das coroas de Castilla e León.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPor todo o que vimos nos dois posts apresentados, uma visita à cidade de Zamora nos permite aprofundar no conhecimento deste estilo artístico que completa dez séculos de existência em terras espanholas, em sua simplicidade estrutural, riqueza simbólica e instigante ornamentaçao.

Montblanc – Província de Taragona

Viajar pela Espanha sempre possibilita a descoberta de pueblos encantadores, muitos dos quais desconhecidos pelo público, e que se caracterizam pelo vasto patrimônio histórico-cultural que possuem. Em minha recente viagem à Província de Taragona, na Catalunha, pude conhecer um deles. Chama-se Montblanc, capital da comarca da Cuenca de Barberá, e seu centro histórico foi declarado Conjunto Histórico-Artístico em 1948.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO povoado está situado no centro de uma depressão, formada pelos rios Anguera e Francolí, que a seu passo pela cidade pode ser cruzado numa bela ponte românica do séc. XII.

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Cruzando a ponte, encontramos uma grata surpresa, o antigo Hospital de Santa Magdalena, construído entre os séc. XV/XVI, para o auxílio aos pobres, doentes e peregrinos. Constava de uma igreja, e em seu interior, podemos conhecer seu interessantíssimo claustro gótico. Posteriormente, foi utilizado como armazém e escola. Atualmente, sedia o Arquivo Histórico da comarca.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA origem de seu nome se deve a um pequeno monte, denominado Plá de Santa Bárbara, que não foi utilizado como campo agrícola, por ser pouco fértil (um blanch, no idioma catalão). Desde o alto do monte, se avista toda a cidade e os restos de um povoado ibérico.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA cidade foi fundada no séc. XII e no séc. XIII foi povoada pelos judeus, que estabeleceram-se num bairro próprio, a Judería. Abaixo, vemos a única rua que se conserva do bairro.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMontblanc atingiu seu auge no séc. XIV, quando chegou a ser a sétima cidade catalã em número de habitantes. Desde 1387, foi denominada Vila Ducal, e nela foram celebradas em várias ocasiões as Cortes Catalãs.

OLYMPUS DIGITAL CAMERADesta época, conserva-se um dos recintos amurralhados mais completos de toda a Catalunha. Com um perímetro de cerca de 2km, estava composto por 34 torres, das quais sobreviveram a metade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERADas quatro portas originais de acesso à cidade, atualmente vemos duas. Abaixo, a Porta de Sant Antoli.

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Uma das lendas tradicionais de Montblanc conta que São Jorge (Sant Jordi, em catalão), lutou e venceu o dragão bem em frente a uma das portas da muralha que, evidentemente, foi nomeada com o nome do santo.

Anualmente se celebra uma festa durante a Semana Medieval da Lenda de São Jorge, considerada a festa de recriação histórica mais antiga de toda a Catalunha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm passeio por suas ruas medievais nos permite admirar detalhes da religiosidade de seus habitantes.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo próximo post, veremos a segunda parte da matéria sobre Montblanc…