Monastério de Sant Pere de Rodes – Parte 2

A igreja do Monastério de Sant Pere de Rodes é uma das construções mais importantes do Românico na Catalunha, em sua fase inicial. Existe uma polêmica em relação a sua data construtiva, devido a escassa documentação existente. No entanto, a maioria dos estudiosos a situam no século XI. A planta de sua nave central possui uma grande originalidade arquitetônica, destacando sua bôveda formada por arcos semicirculares (Bôveda de Cañon).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO teto se sustenta por poderosas colunas e pilastras, estando ornamentada por capitéis cujos modelos foram copiados diretamente da arte romana, no estilo corintio. A presença de capitéis esculpidos é bastante rara nos monumentos românicos do século XI, na Espanha.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA cabeçeira está composta por 3 ábsides semicirculares. Para salvar o desnível do terreno onde se levantou o monastério, se construiu uma cripta, relacionada ao culto das relíquias na Idade Média. Um pouco depois da igreja, se construiu o átrio, também denominado galilea, cuja função principal  era servir como um panteão nobre.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASeu elemento mais relevante era a portada, esculpida em mármore no século XII. Infelizmente, foi expoliada no princípio do século XIX, e atualmente a maioria de suas peças se encontram espalhadas pelos museus do mundo. Porém, podemos admirar uma cópia do relevo que representa a Aparição de Cristo Ressuscitado, que decorava a porta, realizada pelo chamado Mestre de Cabestany no século XII. O original se encontra no Museu Frederic Marès de Barcelona, matéria de um post publicado em 22/2/2013, cuja visita recomendo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAo redor do ábside central, contornando o altar maior, foi construído um Deambulatório, que proporciona belas vistas do interior da igreja.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO monastério conta com dois claustros. O claustro primitivo, do século XI, foi descoberto em escavações realizadas no começo da década de 90 do século passado. No século XII, a prosperidade do conjunto monacal fez com que fosse necessário um claustro maior. O antigo foi soterrado e o “novo” se ergueu em sua parte superior. Abaixo, vemos o primeiro claustro e, em seguida, o superior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAEnquanto o claustro inferior permaneceu praticamente intocado, o superior foi reconstruído, e atualmente pouco conserva do original. As restaurações realizadas na década de 90 produziram modificações no claustro, mas podemos visualizar de maneira simultânea a ambos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAbaixo, vemos o claustro superior e a torre campanário, pertencente ao século XII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAComo centro de cultura que foi na época medieval, uma das grandes obras produzidas no Monastério se encontra atualmente na Biblioteca Nacional da França, a chamada Bíblia de Rodes.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUm pouco antes de se chegar ao monastério, se localizam as ruínas do antigo povoado de Santa Creus de Rodes, que provavelmente estava amurralhado, graças às portas fortificadas que vemos hoje em dia.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAApesar do estado ruinoso, podemos imaginar as casas do local…

OLYMPUS DIGITAL CAMERAFelizmente, a igreja se conserva, sendo que já era conhecida no ano de 974. No final do século XI, se menciona o templo como uma possessão do monastério. Seu estilo é o pré-românico, com algumas partes posteriores. No século XVI, o povoado foi abandonado. Finalizamos a matéria com uma foto do exterior da igreja, e outra de seu interior.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Museu Frederic Marès – Barcelona

Neste último post dedicado ao Bairro Gótico, conheceremos o Museu de Frederic Marès, artista excêntrico e considerado o colecionador catalao mais importante do séc. XX.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm 1944, o artista doou sua vasta coleção à cidade de Barcelona, e dois anos depois inaugurou-se o museu. O seu acervo foi progressivamente sendo ampliado, fruto da paixão colecionista de Marés.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASituado ao lado da catedral, o edifício que sedia o museu é uma das estâncias do Palácio Real. Ao longo de sua larga vida, Marès reuniu uma extensa coleção escultórica hispânica, que compreende desde a antiguidade até o séc. XIX, predominando a talha policromada de motivos religiosos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O térreo, o primeiro e o segundo andares do museu estão dedicadas à excepcional mostra de bustos e imagens medievais, com exemplares de todos os estilos artísticos da época: românico, gótico, renascentista e barroco. Os temas dominantes são a Crucuficaçao e a Virgem com o menino Jesus. A maior parte das peças são originárias da própria Catalunha, embora existam outras procedentes de outros lugares da península. A tamanha quantidade das peças pode ser explicada pela filosofia do artista:

“Faço esculturas para comprar esculturas.”

No subsolo, se concentram as esculturas em pedra do museu, principalmente as relacionadas ao período romano, como este belo frontal de um sarcófago cujos relevos representam cenas bíblicas. Descoberto na província de Toledo no séc. XVII, a obra está datada como sendo realizada no séc. IV dC.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

No térreo, estão exibidas as talhas policromadas pertencentes até o séc. XIV, ou seja, incluídas dentro dos estilos românico e gótico. No primeiro andar, estão agrupadas as esculturas que vão do séc. XV ao XIX, com destaque para o renascimento e o barroco. Abaixo, vemos algumas imagens de virgens dos séc. XII, XIII, XIV e XV.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Na seqüência, vemos dois cristos crucificados, ambos românicos (séc. XII).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Interessante também é esta cabeça de cristo, proveniente do México (séc. XVI).

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa imagem de abaixo, vemos uma obra que destaca pela expressividade e elegância. Está atribuída a um artista de origem germânica, Alejo de Vahía, que a esculpiu a finais do séc. XV.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANesta outra, vemos a São Jorge vencendo o dragão, do séc. XVI.

OLYMPUS DIGITAL CAMERATambém do séc. XVI, uma imagem da Mãe de Deus da Misericórdia entre São Pedro e São Paulo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAUma escultura representando a Piedade, com São João e Maria Madalena (séc. XVI).

OLYMPUS DIGITAL CAMERANa foto a seguir, um relevo procedente do Monastério da Espina (Valladolid), realizada por Manuel Alvarez entre 1570/1577 e pertencente ao Renascimento Espanhol.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O museu, além das esculturas, conta também com um bom acervo pictórico, como este Prolíptico (retábulo formado por vários compartimentos articulados) que representa a Virgem da Solidão, pintado entre 1520/1525 por um artista anônimo da escola flamenca.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Nos dois andares superiores, a coleção passa diretamente aos séc. XIX e XX, e se diversifica com todos os tipos de objetos da vida cotidiana. Conhecido como Gabinete do Colecionista, acolhe 17 salas onde estão expostas uma variedade incrível de peças. É como se fosse um outro museu, dentro do próprio museu. Batizada inicialmente por Marès como Museu Sentimental, nele se acumulam milhares de objetos que retratam a vida e os costumes do séc. XIX. Vejamos algumas delas:

Na Sala de Armas, podemos ver cerca de 300 peças entre cascos, armaduras, armas de vários tipos, pertencentes do séc. XVI ao XIX.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A Sala da Fotografia constitue uma das primeiras coleções públicas de fotografia do séc. XIX em toda a Espanha, transformando a Marès em um precurssor e divulgador do mundo das imagens.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Sala dos Relógios reúne uma grande quantidade destes objetos, principalmente aqueles utilizados no âmbito doméstico.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO museu acolhe até uma Sala de Fumantes, em que vemos centenas de objetos relacionados ao tabagismo.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Outras duas salas estão dedicadas ao mundo masculino, com objetos vinculados ao mundo dos homens, como os bastões, um complemento antigamente indispensável, e também ao mundo feminino, com uma ampla coleção de trajes, frascos de perfumes de época, etc, possibilitando um fidedigno retrato da mulher burguesa do séc. XIX.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA visita ao museu finaliza no denominado Estúdio-Biblioteca, um amplo espaço em que estão expostas obras de Frederic Marès e objetos pessoais.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

A partir do momento em que o museu não pôde ampliar-se por falta de espaço, Marès realizou doações para outras instituições, bem como criou outras, como o museu que também leva seu nome, em Montblanc e o Museu de Arenys del Mar.

Românico em Barcelona

Do legado românico em Barcelona, poucas sao as construçoes que sobreviveram, ocultas entre a magnificência dos edifícios góticos. De qualquer forma, o visitante interessado no tema poderá encontrar verdadeiras jóias do estilo, como o antigo Monastério de Sant Pau Del Camp, uma das edificaçoes românicas melhor conservadas da cidade. Sua documentação, porém, é escassa e confusa. Parece que foi fundado a finais do séc. IX, informação conhecida graças ao descobrimento de uma lápide sepulcral do conde fundador no local, muito embora aceita-se que já existia anteriormente uma construção, convertendo o monastério num dos mais antigos de toda a Catalunha.

DSC07350Originalmente, situava-se fora da proteção das muralhas, fato que explica a origem de seu nome, pois localizava-se no campo. No ano 985, foi atacado pelo caudilho árabe Almanzor e praticamente destruído, sendo abandonado pela comunidade que nele vivia. A partir de então, transformou-se numa pequena igreja dedicada a São Paulo. No final do séc. XI, foi reformado, estabelecendo-se um novo grupo de religiosos. Em 1114 foi novamente atacado, sendo outra vez reconstruído, passando, com o tempo, a fazer parte de outros monastérios, como os de San Cugat e o de Montserrat, por ex.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O monastério foi abandonado definitivamente com a lei da Desamortizaçao de Mendizábal, em 1836. Em 1842, transformou-se em escola e depois em quartel militar. Em 1879 foi declarado Monumento Nacional.

A fachada conserva sua estrutura românica. No tímpano, vemos Jesus rodeado por São Paulo e São Pedro. Estão representados os símbolos tetramórficos dos evangelistas: Leão (São Marcos), Toro (São Lucas), Anjo (São Mateus) e Águia (São João).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Outro relevo circular representa a mao de Deus.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA igreja possui planta de cruz grega, e está formada por 3 ábsides. O templo que vemos atualmente provavelmente foi levantado em sua segunda fundação, durante o primeiro quarto do séc. XII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

A sala capitular pertence ao período gótico e na imagem abaixo, vemos a janela da sala e um dos sepulcros que se encontram no monastério.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAA parte mais importante de todo o conjunto é o claustro, devido a singuaridade de seus arcos lobulados, provavelmente devido a alguma influência mourisca.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERADe pequenas dimensões e de planta quadrada, o claustro foi erguido no séc. XIII. Os arcos se apóiam em colunas geminadas, rematados por capitéis em que se representam motivos vegetais, temática bíblica, além de sereias, guerreiros, etc.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo capitel a seguir, vemos um relevo de Adao e Eva, com a serpente.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANeste outro, já deteriorado, um sapo mordendo a uma figura humana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Em relação às obras de arte do período românico que se podem apreciar em Barcelona, no post realizado em 31/10/2012, vimos o impressionante acervo de pinturas românicas do Museu Nacional da Catalunha (MNAC).

Em relaçao à escultura românica, é insuperável o Museu Frederic Marès, situado em pleno bairro gótico da cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA coleção destaca-se pela quantidade e qualidade das obras. A obra mais importante de todo o acervo do museu procede do Monastério de Sant Pere de Rodes (Província de Girona). Trata-se de um relevo que adornava a portada do antigo monastério, e nele está representada a apariçao de Jesus no mar, com seus discípulos. A obra foi realizada por um artista anônimo, conhecido como o mestre de Cabestany, no séc. XII.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Além da chamada escultura monumental, como a mencionada obra acima, o museu apresenta uma significativa mostra de talhas em madeira que decoravam o interior das igrejas. O motivo principal é a representação da Virgem com o menino Jesus, muito habitual nas representações esculturais do românico. Um bom exemplo vemos abaixo, uma imagem do séc. XII.

Representa a Maria como Sedes Sapientiae, ou seja, como trono de sabedoria, que se encarna no menino divino. A imagem caracteriza-se por uma tendência mais naturalista, que a distancia das imagens mais populares e estereotipadas.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Outra representação freqüente do museu é a de Cristo crucificado, que faziam parte dos conjuntos denominados Descendimento da Cruz.

OLYMPUS DIGITAL CAMERABem em frente ao Monastério de Pedralbes (retratado em 4/2/2013), localiza-se uma construção chamada de Conventet, um pequeno estabelecimento monástico franciscano. Construído aprox. em 1340, acolhia frades encarregados de atender espiritualmente a comunidade de religiosas do monastério. O edifício sofreu os estragos decorrentes da Desamortizaçao de Mendizábal em 1836, ficando abandonado e em estado de semi-ruína. Em 1920, passou a ser propriedade privada e foram encomendadas obras de reabilitaçao, a cargo do arquiteto Enric Sagnier i Villavechia, que aproveitou várias peças românicas originais, procedentes da desaparecida igreja de Santa Maria da localidade de Besalú (Província de Girona).

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A incorporaçao das peças refletia uma moda em voga no início do séc.XX, a de projetos construtivos de tipo historicista. Dentre as peças aproveitadas, destacam o tímpano da portada principal e os capitéis que sustentam as galerias superiores.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERAFinalizamos o post comentando que românica é a Capela de Santa Lúcia, que integra a Catedral de Barcelona. No entanto, a ela será dedicada uma matéria especial…até lá…

Barcelona Romana

As colinas que fazem parte da paisagem de Barcelona já estavam ocupadas desde o séc. IV aC, principalmente no atual bairro de Montjuic. Devido à sua localização, próximo ao porto formado pela desembocadura do rio Llobregat, e por situar-se numa zona mais elevada que as demais, adquiriu uma posição estratégica no controle das rotas comerciais da região. Os povos autóctonos comercializavam produtos agrícolas, vinho e azeite de oliva por recipientes de cerâmica e utensílios de metal com a cidade de Empúries, situada ao norte da península, e também com os centros comerciais controlados pelos cartagineses na costa sul e Ilhas Baleares.

Esta situação modificou-se com as chamadas Guerras Púnicas entre Cartago e Roma, que lutavam pelo domínio do Mediterâneo. Dessa forma, os romanos invadiram a Península Ibérica.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO primeiro assentamento romano na futura Barcelona situou-se no monte Táber e foi utilizado como posição defensiva. Depois da vitória sobre os cartagineses, iniciou-se o processo de colonização e pacificação do território conquistado. Barcino foi fundada entre os anos 15 e 10 aC, durante o reinado de Augusto. No princípio, o povoado carecia de importância dentro do império, ma devido à sua estratégica localização, seu papel foi tornando-se cada vez mais relevante. A prosperidade econômica fez com que  o povoado se transformasse de colônia em civitas durante o governo de Caracalla (211/217 dC).

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA mediados do séc. III, porém, a cidade foi invadida e arrasada pelos francos. Posteriormente, para evitar novos ataques, o imperador Cláudio ordenou a construção de uma poderosa muralha, transformando Barcelona na cidade melhor defendida do território catalão nos dez séculos seguintes.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA fortificação estava composta por 76 torres, sendo que duas delas sustentavam a porta de entrada da cidade, e que podemos contemplar atualmente na Praça Nova, ao lado da catedral.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAdossada a uma das torres, vemos os restos do aqueduto que levava água à cidade.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Muitas das seções desta antiga muralha estão integradas a edifícios de épocas posteriores, como podemos ver no emblemático bairro gótico de Barcelona.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

A cidade romana estruturava-se ao redor do Monte Táber, onde situava-se o fórum e os principais edifícios públicos e políticos e que hoje em dia continua como o centro político da capital catalã, na conhecida Praça de Sant Jaime, que acolhe a sede da prefeitura e da Generalitat da Catalunha.

Uma excelente maneira de conhecer a antiga Barcino é visitar o Museu de História da cidade, localizado na Praça do Rei. Situado num palácio do séc. XV, tanto o pátio quanto a escada de acesso ao interior do museu são de época gótica.

OLYMPUS DIGITAL CAMERANo subsolo da instituição, podemos conhecer um de seus maiores atrativos, um impressionante trajeto que cobre uma área de 4000 metros quadrados com os vestígios arqueológicos da época romana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAs escavações realizadas permitem contemplar ruas, casas com mosaicos e até uma instalação vinícola, em que se pode conhecer a elaboração da apreciada bebida durante o séc. III dC.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Além disso, o museu conserva em seu acervo estátuas e bustos de personagens romanos.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOLYMPUS DIGITAL CAMERANo museu vemos também restos de pinturas que decoravam as casas de Barcino.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm outro centro cultural fundamental da cidade, o museu Frederic Marès, existem esculturas relativas à época da dominaçao romana.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Um dos legados da época romana mais incríveis existentes na cidade está atualmente localizado num edifício que sedia o Centro Excurcionista de Catalunha. Trata-se do templo de Augusto, datado da época da fundação da cidade (séc. I aC). Conservam-se 4 colunas coríntias do templo que foi consagrado ao culto imperial. A estrutura dominava a paisagem do fórum, ao estar situado num local elevado.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA